domingo, 1 de fevereiro de 2009

COVERNATION IV (Satisfação!)


Ontem, sabadão... eu tava a fim de "descansar" de uma semana de trampo e fui lá no Martim, pois teve o Covernation, evento organizado pelo Richard. Foi muito bacana ter aparecido por aquelas bandas pra ver o trampo de bandas goianas empenhadas em tocar clássicos da música mundial e nacional.

Pena que perdi Os Canalhas tocando Roberto Carlos, mas me disseram que foi muito divertido escutar o rei numa levada à la Ramones.

Por "n" motivos já cheguei lá meio tarde. Mas a tempo de ver o Johnny Suxxx and The Fucking Boys tocando covers dos Rolling Stones. Começou com aquela que os Stones começam seus shows: Jumping Jack Flash!
Teve direito à participação do Pablo Kossa cantando animadão o hit "Start Me Up".

No meio do show dei uma saída rápida pra comprar uma cerva e conversei, no espaço do bar, rápido, com o Aurélio, batera do HC-137 (que fez cover do DRI!, mas também perdi...), que me disse que o HC foi a primeira banda a lançar um disco só dela em Goiânia, pois antes teve o "Banrock", que foi um disco-coletânea. Me diz que Eduardo de Castro fez um documentário sobre o HC e o "Resistência do Vinil". Quero assistir demais isso aê, viu?

Voltei pra continuar vendo o belo show do Johnny Suxxx, que mandou clássicos como Gimme Shelter e Paint It Black.

No fimzim João Lucas diz: "Não iremos tocar Satisfaction!" e o Douglêra já puxa o riff do hino Satisfaction pra satisfação da galera.
Fiquei arrepiado com o final satânico, naquele inferno (calorão!) que estava o Cerêrê, com: Sympathy for the Devil.



Naquele momento eu estava ali embriagado com o som e com a memória, pois lembrava daquele que foi um dos momentos mais felizes da minha vida até aqui... Quando assisti os Stones em Copacabana (foi a primeira e única vez que vi o mar).
Lá, no meio da multidão, estava eu e a Andréia
e o Ogner, cara massa, estudioso que fazia Filosofia na UFG e que lia, na viagem, "Elogia da Loucura".
Na volta daquela viagem (fomos num ônibus de excursão) toquei umas músicas minhas no violão (na época eu ainda não fazia shows cantando- era baterista) e o Ogner gostou muito de Anormalidade, que toquei ali pro pessoal no busão. Ah! Foi nessa viagem que fui apresentado ao som do Tom Zé por via de um mp3 de um dos tripulantes rumo à Copacabana.

Bom... voltando ao COVERNATION IV ...
Além do show dos Fucking Boys também me chamou atenção o profissionalismo do Gloom ao tocar Michael Jackson. Foi sensacional! Teve uma hora que o Chelo vira pra mim e diz: “Isso é aula!”.
Banda com som redondo, animada, com direito a dança e interação com a platéia, que ovaciona Niela no final do espetáculo! Goiaba mandou muito bem no baixo. Destaque também para o Sergin (que toca na Backbitters) e mandou ver na batera eletrônica. Sonzêra real, como diz o Redson.

Lá fora o Brandão comentava o fato da Niela ser super-exigente. Ele dizia que, segundo o pai dela, até os cachorros da casa estavam aprendendendo a cantar Michael Jackson. rsrs Massa!

Niela é talentosa, carismática, linda e se esforça no que acredita. Já tinha percebido no dia que a visitei no ano passado (e escrevemos uma canção, chamada "Ah tempo" que está lá no myspace dela). Menina de futuro no mundo da música e espero que tenhamos mais parcerias, pois aprendo muito com pessoas especiais assim.


Sucesso, Gloom!

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