terça-feira, 27 de dezembro de 2016

VIAGEM SONORA - De Raulzito à Raul Seixas! Quinta (29/12) na Suqueria!



Alô, pessoal!

Pra fechar o ano farei um show nessa quinta na Suqueria  do centrão de Goiânia!
O tema será "a metamorfose histórica ambulante de Raulzito à Raul Seixas" (assunto da monografia de Carlos Henrique Alves que orientei no curso de História esse ano na UEG Uruaçu)!



Evento no face:
https://www.facebook.com/diegomascate/photos/a.140306629424750.24795.140254219429991/1073021369486600/?type=3&theater



Release:



VIAGEM SONORA: De Raulzito à Raul Seixas com Diego Mascate!

Na próxima quinta (29/12) vai rolar na Suqueria do centro de Goiânia uma “viagem sonora” com o Diego Mascate, um dos pseudônimos artísticos do inquieto Diego de Moraes.  Esse espírito nômade dessa vez preparou um show passeando pelo repertório setentista do mestre Raul Seixas! O repertório abarcará desde sua fase inicial (como Raulzito e Os Panteras, registrada no LP de 1967) até pérolas que ele lançou assinando “Raul Seixas” (nome que passa a utilizar a partir de 1972, quando apareceu no Festival Internacional da Canção – FIC, quando se destacou com o “baioque” Let Me Sing).
Diego, além de multiartista, também é Doutorando em História Social pela UFRJ, onde pesquisa sobre a História da música popular brasileira. O tema desse show, inclusive, foi inspirado a partir de uma monografia que orientou esse ano na UEG de Uruaçu, do acadêmico Carlos Henrique Alves, sobre a “Metamorfose Ambulante Histórica” que se processou na trajetória de Raul na passagem da década de 1960 para os anos 70, quando se tornará o maior mito do rock brasileiro.
Nesse processo, é interessante destacar que antes do lançamento de seu début solo como “Raul Seixas” (o clássico “Krig-ha, Bandolo!”, em 1973) Raulzito marcou a indústria fonográfica brasileira enquanto produtor e compositor das gravadora CBS. Obras primas como o disco “Eu quero é botar meu bloco na rua” de Sérgio Sampaio, por exemplo, levam sua assinatura na produção musical. Vários sucessos do início da década de 1970 são composições suas, como “Doce, doce amor” (gravada por Jerry Adriani), “Tudo acabado” (por Odair José), entre outras. Mas o destino dessa história mudaria com o hoje lendário e anárquico álbum “Sociedade da Grã-Ordem Kavernista Apresenta Sessão das 10”...
Diego de Moraes é um viajante, um vendedor andarilho da cultura goiana que não pára e está sempre na fronteira atravessando caminhos entre o rock, a MPB e o teatro, levando suas “tralhas” e histórias, seja em projetos como a banda Pó de Ser, a dupla canábica Waldi e Redson; seja antes com o Diego e O Sindicato ou atualmente em sua carreira solo como Diego Mascate. Ele entendeu porque dizem que as quatro melhores coisas da vida são: “comer e viajar”! Então simbóra nessa viagem filosófica-musical! No reperório terá desde canções emblemáticas como “Medo da chuva” e “Gita”, até músicas do lado B como “Verdade sobre a nostalgia”.
Vamos embarcar nessa viagem sonora!!!!
Plunct Plact Zum!!!

Voz, violão e dieGUITA: Diego Mascate
Guitarra: Fernando Cipó.

SERVIÇO
Couvert: $ 10
Dobradinha de chope Colombina a noite toda!
Para quem chegar até as 20h ganha um chope!!!

Local: Empório Armário Brechó-Outlet
Rua 15, Qd. 49, Nº 357, Sala 1. Setor Central. Goiânia.  Fone: (62) 32419615
Data: dia 29/12 Sexta
Horário: 20 horas


Trechos do show no 1º Festival Confluências no Evoé:


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Pó de Ser é destaque no "Senhor F"!


Emocionado aqui com o texto do mestre Fernando Rosa sobre o disco "A dança da canção incerta" que estamos lançando com a Pó de Ser!
Leia no link: http://portal.senhorf.com.br/interna.php?P=999

Sem exceção, todas as canções crescem a cada audição, mostrando um compositor, cantor e, além disso, arranjador maduro, que passeia por diversos gêneros com criatividade e identidade. "A Dança da Canção Incerta" é um dos lançamentos mais importantes da nova música brasileira atual. Além do prazer da audição, mergulhar em seu universo musical e poético traz um alento de esperança diante da pobreza intelectual vigente. Não é de graça que o nome da banda surgiu quando Diego e Kleuber assistiam a um show de Hermeto Paschoal, para eles, e para nós, "um dos mestres do experimentalismo musical brasileiro". Um disco para quem quiser ouvir música brasileira moderna, com muitos clássicos do futuro. Salve Diego de Moraes e seu Pó de Ser que "correm todos os riscos" e  "vêem além do "breu das regras".

Baixe o disco aqui: http://www.bandapodeser.com/

Me lembrei que o primeiro texto sobre meu trabalho musical em mídia/nacional foi do Fernando Rosa, ao destacar o "Reticências" de 2007: http://www.senhorf.com.br/agencia/main.jsp?codTexto=4309

domingo, 14 de fevereiro de 2016

"Abutre da cultura" - Estréia no site "Casa de Vidro"!

Estréia da minha coluna "Abutre da Cultura" no site cultural "Casa de Vidro" do parceiro Eduardo Carli: http://acasadevidro.com/2016/02/13/abutre-da-cultura/

Também saiu uma matéria no DM sobre o show que participei em homenagem ao mestre Júpiter Maçã:



domingo, 7 de fevereiro de 2016

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Sobre o disco da Pó de Ser no site "A Casa de Vidro"!

Lindo post do parça Eduardo Carli no site A Casa de Vidro
sobre o disco "A dança da canção incerta" que estamos lançando com a Pó de Ser:
http://acasadevidro.com/2015/12/30/podeser/



segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Goiânia Noise - Diego Mascate & Simplista!




Vídeo novo!



Versão completa do vídeo "Não vou ser seu plano B" - minha com o Simplista!





No Goiânia Noise Festival​ do ano passado!





Assiste aê!











#DiegoMascate #Simplista #GoiâniaNoise

#GoiâniaRockCity #Music #Músicaindependente

#Underground #Rock


sábado, 12 de setembro de 2015

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

HOMEM de 30!

Via: https://www.facebook.com/diegomascate/photos/a.268125869976158.60914.140254219429991/762357947219612/?type=1&theater

Muito obrigado por todas as felicitações pelo meu aniversário ontem,pessoal! 

HOMEM DE 30:
https://www.youtube.com/watch?v=LwdNbXiq-G4 

Cada verso dessa canção de Sérgio Sampaio
fala por mim
Hoje ( Viva Sampaio ! ).

"Homem de 30" abre o último LP ("Sinceramente") que esse poeta do riso & da dor lançou em vida, colocando o ouvinte diante de uma situação-limite já nos primeiros versos:

"Quase que eu fui pro buraco
Por pouco não fui morar no porão".

Esse disco me soa como um manifesto à independência
("Não há nada mais bonito do que ser independente", canta na faixa-título:https://www.youtube.com/watch?v=w27EIT3TSnU&list=PLAC8BF2C86493EC67 ),
pois foi lançado sem gravadora ou selo nenhum.

Essa mensagem me inspirou profundamente a lançar meu último CD, "A.C." ("Produção independente dependente de muita gente"): https://soundcloud.com/diegomascate

Afirmando a liberdade, vou comemorar meu aniversário amanhã no Teatro Grupo Sonhus Teatro Ritual. , cantando novidades na "Juritizada",
com meu parceiro Kleuber Garcêz, entre as quais parcerias nossas que estarão no disco da Pó de Ser, que será lançado em outubro,
"A dança da canção incerta",
um painel de emoções e um grande "sim" à vida!

Evento: https://www.facebook.com/events/764867226969045/

Legal o show amanhã ser bem onde o "Dia Bonito" se materializou, contribuindo para que eu continuasse aqui nesse planeta, para enfrentar os dias feios e celebrar os "dias bonitos"!

E que cada dia venha um novo "dia bonito"!

Ah, gosto tanto do LP do Sampaio (raridade que ganhei do meu amigo Oscar Fortunato), que até publiquei esse texto no Senhor F: http://www.senhorf.com.br/agencia/main.jsp?codTexto=5532

3 décadas de existência! ("Existo, logo penso"...)
Passei a madrugada dos 29 para os 30
em lágrimas de alegria, na van de Uruaçu para Senador Canedo,
emocionado com os versos do Leo Pereira,
ouvindo no foninho o CD da Pó de Ser:

"Trago comigo as glórias e as perdas
de quem moveu a vida
como se houvesse amanhã pleno de poesia
hoje eu sei
ontem não havia
hoje morro poeta
ontem nasce a poesia
e com ela as tardes que trago
e as noites que bebo
não quero NADA
nada que não seja sublime
nada
nada que não seja óbvio
como amar, morrer
e morrer de novo"

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Diego Mascate hoje em Uberlândia!

Hoje toco na Semana Cultural do ENECS (Ciências Sociais) 2015​ em Uberlândia (MG)!

Evento: https://www.facebook.com/events/506600449489727/

Simbóra!!! :))))




sexta-feira, 31 de julho de 2015

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Sou do Rock 2015 - Completo






Post:

https://www.facebook.com/diego.de.moraes/posts/931818250211236?pnref=story


SEMANA DO ROCK – TV UFG!
Valeu Vasconcelos Neto pelo convite pro bate-papo na "Semana do Rock" da TV UFG !
Legal demais estar nesse episódio junto com os grandes e queridos Fal, Brunaite ( Bruno Bonfá ) e o beatlemaníaco Sobreira !
Comento um pouco da minha trajetória torta, hoje como Diego Mascate
(do meu CD novo, da gravação do disco da Pó de Ser, etc.)
bem ali no Mercado Central (cenário perfeito pra essa prosa sobre os “Fritos da Terra”).
Testemunho como é ser meio um CADÁVER AMBULANTE (rsrs) numa época de uma certa “morte do rock” ou do underground.
No fim do vídeo falo da “Eu sou maculelê” (uma canção-esteriótipo que fecha o CD dos Os Canalhas ): https://www.youtube.com/watch?v=oHEJzZL0Y_w
na qual o brother Wander Segundo faz uma espécie de “tipo ideal weberiano”, no qual mistura coisas que eu acho que não tem absolutamente nada a ver – nem do ponto de vista de classe social, nem nos aspectos estéticos.
O que tem a ver o “pop-indie-mpb” da Carne Doce com o “experimentalismo-instrumental” do Vida Seca , com o samba do Quintal Do Jorjão ou com a mpb “goiana” do Marcelo Barra (que, inclusive, NÂO vai Frutos da Terra...) e com a percussão do CORÓ de PAU ?
Um conceito que fala de TUDO não diz NADA, penso.
Eu achava que o termo "Maculelê” (expressão pejorativa introjetada no léxico cultural goiano pelo Alexandre Barbosa , no falecido e polêmico site cybergoiás) tinha a ver com o “folclorismo”.
Mas daí o Segundo vem e inclui a minha tragédia pessoal nessa história pré-conceituosa aí.
Fiquei sem entender, pois simplesmente nada do que eu faço tem essa dimensão “folclórica” (nem mesmo o Waldi & Redson !).
Aliás, eu achava que TUDO que eu fazia na arte tinha uma veia PUNK, "do it yourself" (desde quando comecei num duo – eu, voz e violão, com minha irmãzinha Fernanda Moraes na bateria - num "white stripes do cerrado" - rs).
Por coincidência Os Canalhas postaram essa música no mesmo domingo em que o querido Túlio Fernandes comentou aqui no face que, na opinião dele, ao ir no Bananada, constatou “a morte do rock”.
Na ocasião me perguntei:
“O punk já era ou eu já era punk? Que ‘era’ é essa?”
Sei lá.
Ah, e, ao contrário da letra-ofensiva dos Canalhas, eu não me sinto gênio (quem ouviu a minha “Amigo” viu que eu já gritava isso lá: “Eu não sou nada genial”!), pois tenho clareza que ninguém é porra nenhuma, pois todo mundo caga e morre nesse nosso mundo bizarro.
Segundo o Kleuber o Segundo disse
que eu podia fazer uma música respondendo a provocação dele.
Aceitei o desafio e também fiz uma música a partir de um “tipo ideal,
que canto no fim do vídeo aí.
É um PUNK ROCK chamado “PUNK RICO”,
que fiz com a Mariana Elisa,
narrando as contradições dos filhos da elite, que vivem no conforto neoliberal (na chamada “casa dos pais”) e que se rebelam com o capitalismo, se encantando pela filosofia do “Do it yourself”, de uma forma bem ambígua.
Ampliei o panorama e, nesse personagem da letra, pensamos várias situações pelo Brasil do tipo ideal “PUNK RICO”, citando, inclusive, o paradoxo atual do “roqueiro reacionário” (herdeiros das elites, gente como Lobão, Roger ou Dinho Ouro Preto, que ouviu Sex Pistols na adolescência em Brasília, ao redor do “Aborto Elétrico”) que representa, atualmente bem as contradições daquilo que a Cynara Menezes narrou no texto “A volta do filho pródigo”:
http://socialistamorena.com.br/a-volta-do-filho-de-papai-p…/
Apesar de me tacharem “maculelê”, eu me sinto muito “punk”, vindo de Senador Canedo e criando o caos que faço – inclusive lançando meu último CD sem selo, sem lei de incentivo a cultura, mas escrito na caixinha:
“Produção Independente Dependente de Muita Gente”,
que banquei do meu bolso, com meu mísero salário de professor,
numa espécie de "paradiguima Rogerio Skylab (exemplo de um grande "foda-se" ao sistema, garantindo sua independência artística como funcionário do Banco do Brasil).
Sou um cadáver, sim, talvez uma alma penada feliz cantando “O Romance das Caveiras” de Alvarenga & Ranchinho.
Talvez a “Punk Rico” entre num futuro disco punk que estou compondo.
“I know it's only rock 'n roll but I like it!” 





sábado, 18 de julho de 2015

Falso moralista

(Letra de um punk-rock que escrevi hoje de manhã)


FALSO MORALISTA


Se você me perguntar qual é o meu "ismo"
Não é o maoísmo, nem o neoliberalismo
Talvez um pouco de sadismo com surrealismo
O meu ismo é o onanismo

O que eu quero mesmo é gozar na sua cara
E soltar muita porra em forma de palavras
Sodomia na poesia, a orgia imaginada
E na sua hipocrisia dar um tiro e mais nada

Falso moralista!

Você e seu decoro, sua corja com coragem
Tem a cara de pau de citar Jesus Cristo
Aquele do perdão, pregou amor pras multidões
Que pregaram na cruz. Ele entre dois ladrões.

Falso moralista!

Eu tenho fobia da sua homofobia
A minha amiga Bia quer comer a sua amiga
Talvez você seria mais feliz se desse o cú
Eduardo Cunha, alcunha de urubu

Falso moralista!



#ForaCunha