segunda-feira, 20 de maio de 2013

Entrevista comigo para o Suprassumo !

Entrevista comigo para o Suprassumo !


Toco "Amigo" ( Diego e o Sindicato ), "Bicho Urbano" (música sobre Goiânia que escrevi com o Kleuber Amora Garcez para a Pó De Ser) e "Dia Bonito".

Falo do meu trabalho de clown na "Vamos a La Praia" (do Grupo Bastet),
do próximo disco " Diego de Moraes, O Mascate aos trancos e barrancos", etc.

Valeu pelo papo Mazé Alves, Sérgio Eduardo Ribeiro Valério, Andréia Miklos, Simone Caetano !

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Pó de Ser indicado para o Prêmio Dynamite!

Pó De Ser entre os indicados para a categoria "melhor álbum de mpb"!
 

Para download do disco: http://tudotortoemlinhareta.blogspot.com.br/

"Tudo torto em linha reta (GO)
EP da banda goiana que mistura em sua sonoridade referências de mpb, rock, tropicalismo, brega e vanguarda paulista. A banda canta em suas músicas o cotidiano das grandes cidades, relatado de forma irônica e bem humorada."
 
 

quinta-feira, 9 de maio de 2013

"Vamos a La Praia" no programa SUPRASSUMO!

Óia nóis no programa Suprassumo com o "Vamos a la praia" (do Grupo Bastet) ! :O)

Entrevista com Thiago Moura e Miqueias Paz falando sobre o "Na Ponta do Nariz"...
 





Vídeo no youtube:





quarta-feira, 24 de abril de 2013

HOJE NA TV UFG - Nóis no "Rumos Música" do Itaú Cultural!






Mais infos:

http://www.tvufg.org.br/2013/04/banda-goiana-diego-de-moraes-e-o-sindicato-sobe-aos-palcos-do-rumos-da-musica/



“Rumos da Música” desta quarta-feira, 24 de abril, leva ao seu palco um representante das terras goianas. A banda Diego de Moraes e O Sindicato, com criatividade e originalismo, é o destaque do programa dessa semana.

A banda foi formada em 2007 pela união de Diego de Moraes nos vocais, guitarra e violão com mais quatro músicos, Eduardo Kolody (guitarra e teclado) Danilo Teles (contrabaixo) Gabriel Cruz ( percussão e samples) e Hudson Rabelo na bateria.

Nascido em Senador Canedo, região metropolitana de Goiânia, Diego de Moraes começou sua carreira musical como baterista em algumas bandas locais. Somente em 2006, decidiu começar a apresentar suas próprias composições junto com sua irmã. Vencedor de um concurso musical, ganhou o direiro de gravar um EP. Para compor o disco, Diego se encontrou com os integrantes do Sindicato, que também faziam parte de outras bandas na cidade de Goiânia. Juntos gravaram o EP “Reticências” e formaram a banda.

Essa união já rendeu muitos frutos para o grupo, que já participou de festivais como a Revirada Cultural, em São Paulo, além de uma extensa presença em eventos locais.

O som da banda também poderá ser apreciado no “Faz o quê?”, programa exibido na TV UFG que vai ao ar sempre às quartas-feiras às 19h, com horários alternativos nos sábados, às 16h30, e domingo, às 15h. A música tema da abertura do programa é “Anormalidade”, faixa 3 do álbum Parte de Nós.

Rumos_Itau_Cultural“Rumos da Música” faz parte de um programa do Itaú Cultural que apoia a produção artística e intelectual nacional em suas variadas formas de expressão. Desde 1997, o projeto mapeou e selecionou mais de 700 trabalhos das áreas de artes visuais, cinema e vídeo, arte e tecnologia, dança, educação, pesquisa acadêmica, jornalismo cultural, literatura e música.

Para a edição 2010-2012 do “Rumos da Música”, foram selecionados 74 artistas de 2.699 inscritos divididos em três categorias: Coletivo (busca formar grupos musicais por meio dos artistas selecionados), Infantil (projetos musicais destinados a crianças de até 12 anos), Homenagem (músicas baseadas em fonogramas e textos sugeridos pela organização) e Mapeamento (voltada para a difusão e articulação de músicos que já possuem trabalhos desenvolvidos). A comissão de seleção contou com o instrumentista Jarbas Cavendish, professor da UFG e participante do Rumos 2007-2009 (Sons do Cerrado).

* Com informações do site: http://diegoeosindicato.tnb.art.br/

sábado, 16 de março de 2013

Tour do Waldi & Redson começa hoje!

começa hoje nossa tour "irmão caminhoneiro" do Waldi & Redson
lançando nosso disco nas cidades:
botucatu
sorocaba
franca
uberlândia
patos de minas
anápolis

esperamos rever os amigos!

link do disco: http://waldieredson.blogspot.com.br
 
 

quarta-feira, 13 de março de 2013

WALDI & REDSON – Vol. 01 agora disponível pra todo mundo!!

WALDI & REDSON – Vol. 01 agora disponível pra todo mundo!!

Link pra baixar: http://waldieredson.blogspot.com.br/


participações: astronauta pinguim, mini hemp, moita mattos e gordon rise

gravado e mixado por moita mattos nos studios: unimusic, audiosolution, caverna, moita bronx (em uberlandia) e casa da Maria Helena (senador canedo) e sitio dos ipes em goiânia.


abra uma cerveja, acenda seu charuto e boa audição!!
(aplique a família)


sábado, 16 de fevereiro de 2013

Hoje tem rock no interior. Simbóra pra Palmeiras de Goiás!

Hoje tem rock no interior. Simbóra pra Palmeiras de Goiás!

Além da gente ( Diego de Moraes, O Mascatehttp://diegodemoraes.com.br/ )
também vai rolar:

DEADLY CURSE - http://www.myspace.com/deadlycurse
RESSONÂNCIA MÓRFICA - http://www.myspace.com/ressonanciamorfica
BABA DE SHEEVA do Richard Augusto -http://www.myspace.com/babadesheeva

OS CANALHAS - http://www.myspace.com/oscanalhasamor
e a banda da cidade de Palmeiras de Goiás - DALTÔNICA

Espetáculo Teatral "Desamor" e Performances teatrais: Companhia Teatral Oops..! - http://ciaoops.blogspot.com.br/

Discotecagem: Wander Segundo



domingo, 10 de fevereiro de 2013

Rosa Ferraz na rádio 730

Acompanhei a Rosa Ferraz, na participação dela no programa "Repórter Cidade",
apresentado por Amauri Garcia na Rádio 730.
Além do papo (que passou pela trajetória de Rosa, sobre o ofício de compor canções e relembramos grandes compositores da música brasileira, como Paulo Diniz e Gordurinha)
também tocamos uma composição novíssima nossa (uma marcinha chamada "Um tanto de dor").
No final, Rosa ainda interpretou o já clássico "Bloco na Rua" do Sérgio Sampaio.
Confere aí, ó:






quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Adiós Diego!!!! Show com Pó de Ser - Lançamento do EP da banda Pó de Ser!



Adiós Diego!!!! Show com Pó de Ser 


A boa dessa sexta é: nóis da Pó De Ser no Loop !

"Não aprendi dizer adeus",
mas bóra lá nessa minha "festança de despedida" temporária,
comemorar esse meu momento de transição,
celebrando a vida e seus (re)encontros! Viva a amizade! :)))

Para baixar nosso EP - "tudo torto em linha reta":http://tudotortoemlinhareta.blogspot.com.br/

Evento: http://www.facebook.com/events/145200145636856/?group_id=0


Dj: Mário Cavalcante (música cubana)
Kleuber Garcez & eu (música livre)

Simbóra!!!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Na coluna do jornalista Ulisses Aesse:


Olha só que coisa boa ser elogiado por quem a gente também admira :)

Grande Ulisses Aesse, parceiro do rock das antiga!
Valeu pela notinha no DM.com.br!

18/01/2013:

http://www.dmdigital.com.br/novo/#!/mini?e=20130118



quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Entrevista comigo publicada no jornal "O Popular"



Entrevista publicada no jornal O Popular - 10/01/2013

O MASCATE 
TROVADOR


Entrevista e matéria por: Sebastião Vilela Abreu



Aos 14 anos, o músico Diego de Moraes ouviu, pela primeira vez, Bob Dylan no cinema. No filme “Hurricane – O Furacão”, que relata a história de um boxeador negro, vítima do racismo, preso injustamente por assassinato. “Depois soube que Dylan foi processado pela canção “Hurricane” e essa canção ficou sendo emblemática na luta contra o racismo nos Estados Unidos e no mundo”, contextualiza o músico cuiabano de nascimento e goiano por formação, que mora em Senador Canedo desde criança.
A sonoridade da canção e o impacto que ela tinha no filme impressionaram Diego, justo na época que começava a ouvir rock, período pós-fase evangélica. Depois de uma década, já com o domínio da obra completa de Bob Dylan, Diego ainda continua impressionado com o músico norte-americano. Hoje, apresenta-se no café do Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro, ao estilo Dylan. “Farei um show no formato voz e violão, como um trovador folk, como a primeira fase de Bob Dylan”, diz.
O show do mascate cuiabano-goiano integra a programação da mostra Histórias do Cinema e do Povo de Goiás, parceria da UFG com o Centro Cultural Goiânia Ouro. No encontro programado para às 20 horas, o artista vai conversar também com o público. Falar de sua experiência musical.
Na entrevista a seguir, ele adianta alguns tópicos que serão abordados na conversa. Fala do seu surgimento no cenário musical com a banda O Sindicato até a sua participação na banda Pó de Ser, projeto que desenvolve paralelamente à carreira solo. 

O que um rapaz de 20 e poucos anos, do Centro-Oeste brasileiro, tem em comum com Bob Dylan?


Sou fã do Dylan, mas não quero ser um imitador dele, tanto que absorvo outras influências. O que me interessa é a atitude, o gesto representado por cada disco, cada intervenção dele como artista. Além do aspecto do artista mutante, que está sempre em transformação dialética, experimentando diferentes formatos para o seu trabalho, também me interesso em produzir vinculado ao aqui-agora. Nesse ponto, Dylan sempre sintonizou sua obra com os debates públicos, políticos-sociais-culturais.


O que sua música tem a ver com o cinema, já que seu show e palestra serão apresentados em uma mostra cinematográfica?

Gosto de pensar cada canção como uma trilha sonora de uma história, por isso me utilizo de vários estilos musicais por tratar de temas diferentes – às vezes falo de relacionamentos, outras vezes de questões sociais. Em 2009, atuei no curta-metragem "Oscilação".
 Estamos em uma fase da história da música em que o vídeo e o áudio estão em um grande diálogo. Com o Youtube, o audiovisual torna-se um aspecto fundamental para divulgar e apreciar música. No ano passado, tive a felicidade de fazer meu primeiro clipe “Todo Dia”, produzido pela Digital5, do ThiagoLemos, que é um agente cultural muito presente na produção audiovisual goiana.



Numa definição, sua música é folk, caipira, sertaneja, country? Ou sem rótulos?


Quando faço música, não penso em rótulos. Pensar em rótulos é uma lógica da indústria cultural, que precisa colocar os artistas em prateleiras. Gosto muito da frase do Gilberto Gil: “Existem várias formas de fazer música brasileira, eu prefiro todas.” Além do Dylan e do tropicalismo, também me interesso por artistas que foram chamados de malditos da MPB (Sérgio Sampaio, Walter Franco, Rogério Skylab, Tom Zé) e pela chamada vanguarda paulista dos anos 80 (Itamar Assumpção, Luiz Tatit e Arrigo Barnabé). Gosto muito de moda de viola – tanto que montei uma dupla, Waldi & Redson. Gosto de sertanejo de raiz mesmo. Do mesmo jeito que gosto do folk de Bob Dylan e Johny Cash também curto Tião Carreiro e Pardinho.


Dos diversos projetos musicais que desenvolve em qual atinge a plena satisfação? Se é que isso é possível.


Estou muito feliz com esse show atual, “O Mascate”, pois tem me permitido fazer um link com vários lados da minha trajetória. Sem falar que a banda que está me acompanhando está muito animada e temos um nível de diálogo muito bom, muito tranquilo. Só participo de projetos musicais que me dão prazer. Gosto de todos os projetos de que participo e participei, como a banda Diego e O Sindicato. Costumo dizer que o meu maior desafio musical é a banda Pó de Ser, pois é uma banda que reúne diferentes músicos que atuam em diferentes cenários da música goiana. Acho que o Pó de Ser é o meu projeto que está mais na fronteira, no limite de experiências; me orgulho muito dos meus parceiros e do que fazemos juntos.

Já que vai falar sobre as relações musicais de Goiás, como situa o mercado goiano na atualidade?


Um mercado contraditório, com pontos positivos e negativos. Em termos positivos tem espaço para vários estilos. Aqui temos um forte circuito de rock alternativo, samba e MPB. Enfim, no aspecto diversidade cultural, a riqueza artística em Goiânia está em um bom momento. Agora, existem problemas, como a questão de valorização dos artistas. Mas, no cotidiano cultural, muitas vezes os artistas passam por saias-justas, quando vão receber o que têm direito da bilheteria. Esse problema da desvalorização dos artistas é uma questão grave, pois o técnico de som, quem está no bar recebem e, muitas vezes, o artista não recebe ou tem que brigar pelo que é seu de direito. Mas tem que ficar claro que, sem a música, não tem o evento. Esse debate sobre a valorização dos criadores da cultura é amplo e passa por outros setores além da música (como teatro e cinema) e é uma das pautas do Fórum Permanente de Cultura.

E qual o seu sonho, musical, ainda não realizado?


Em termos de gravação: sonho em gravar com o produtor musical Fernando Catatau (guitarrista da banda Cidadão Instigado) e com o André Abujamra também. Em termos de show: sonho em fazer algo com o Tom Zé, que é um herói pra mim. Ano passado tive a alegria de cantar com o gênio Jards Macalé. O próximo que sonho é o Tom Zé.





Por que o codinome O Mascate?


Era um apelido que eu tinha na fase do rock, por volta dos 15 anos. Eu tocava bateria em uma banda em Senador Canedo, chamada Nóia Catódica e, como meus pais eram comerciantes, meus colegas me apelidaram de Mascate. Esse apelido ficou restrito àquele círculo de amizades. Depois, muitos anos depois, quando eu já estava cursando História na UFG, vim a perceber a importância cultural dos mascates na história brasileira, pois eles, quando viajavam, levando seus produtos, acabavam fazendo intercâmbios e até levando notícias em épocas nas quais os meios de comunicação não eram tão desenvolvidos e não chegavam em todas as regiões da nação. A parti daí, decidi reavivar aquele meu apelido da adolescência como um arquétipo, uma metáfora para o trabalho de intersecções que realizo na música aqui. Agora estou finalizando meu novo disco que vai se chamar: “Mascate – Aos Trancos e Barrancos”.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

O SIGNO POR DESÍGNIO (por Pio Vargas)



Texto que o PIO VARGAS escreveu para a orelha do livro "COISA INCOESA" (1993)
de Edival Lourenço
(ao falar da poesia do amigo Pio acabava falando muito da sua visão de poesia):




O SIGNO POR DESÍGNIO
* por Pio Vargas

            "Aos que tentar dar à função poética o falso entendimento de que poesia precisa dizer alguma coisa, Stefan Mallarmé foi enfático: “poesia não são idéias, são palavras”. Um outro grande artista francês, Flaubert, sustenta que ‘estilo’ nada mais é que o modo de ver muito particular de cada esteta. Nesse caso, e considerando a propriedade com que Mallarmé e Flaubert falam de arte, diluem-se as tentativas rasteiras e fáceis de extrair da poesia um certo significado nominal, como se a ela fosse dado o dever de dizer o óbvio. Ao contrário, a poesia é exatamente a arte de desmascará-lo e, como já dizia um certo crítico que minha memória deixa em débito, o poeta só diz algo quando não quer dizer nada. A súmula do que se diz simulado.
            Em Edival Lourenço predomina o signo, não o significado; a imagética, não a imagem; ou, pra ser sonoro e simplesmente: o fonema como fenômeno. Chego a verificar, inclusive, seu verdadeiro descaso para com o discurso, a insigne fuga, sobremodo para dentro de si mesmo, talhando antes cada detalhe, conversando com o verso e o construindo seguro e firme, certo de que a parte vale mais que o todo e que a haste é que tolera o toldo. Nele (o poeta) há nada a estorvar a estrofe, facilitando a degustação (e não entendimento, como se pensa erradamente). Por mais ininteligível, seu verso é sempre digestivo, saboroso e protogínico, tomando aqui a poesia como fonte alimentícia.
            Cada construção tem sua vida própria, não ficando a exigir que haja sempre um próximo verso a dar-lhe fôlego, ou que o poema se explique por inteiro, o que seria falso, porquanto duvidoso, já que a verdade tem minúcias muito particulares.
            Em Edival, o vício é realmente o verso, o inverso do que se pensa do ofício. E sua lavra livra-se de todas as amarras poéticas, oferecendo mil faces num só texto, pois o poema é o singular ousando-se em plural."

Pio Vargas
fevereiro de 89

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Away entrevistando o Skylab


Canal Away entrevistando o Skylab. Muito boa essa conversa!
"O artista contemporâneo não fica numa torre separada do mundo
ele tem que tá inserido, fazendo outras coisas. E é a partir daí que ele vai recebendo informações e vai compondo seu outro trabalho. Então é fundamental que ele esteja ativo. Acho que o artista não se isola, não. Ele tá ativo, trabalhando".

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Fim de semana intenso: Arte insensata & Vamos a La Praia!


Fim de semana intenso!

Massa demais tocar na MOSTRA DE ARTE INSENSATA lá na praça universitária! Doidimai! Valeu à produção (Thiago Verano, Carolina Santos, Cuca Fresca e todos os envolvidos nesse evento sensacional), à banda pela doideira (Wassily Brasil, Fernando Assis, Zé Nascimento, Leonardo Vassoura) e à todos que foram!!

Muito bonita a proposta do evento!
Espero que a versão goiana dessa mostra possa crescer ainda mais pra chegar ao nível da de BH que tem condições de levar um Jorge Mautner, por exemplo.

Abaixo um registro que a Andréia Miklos fez do celú dela,
do momento em que a gente emendou a "balada do louco", do lóki,
com a "metamorfose" do maluco beleza...
Eu tava meio 'doido' já nessa hora e acabei trocando a letra,
mas até os erros deram certo e a platéia ajudou bonito.
Valeu!!




E sexta e sábado estivemos no teatro IFG fazendo as últimas apresentações desse ano da peça "Vamos a La Praia" do Grupo Bastet!

Está sendo um prazer trabalhar com vocês Thiago Moura, Franco Pimentel, Danilo Rosolem, João Eudes, Izabelle Eleonora, Ludmilla Oliveira! Valeu também ao pessoal da Lúdica Projetos Culturais e aos profissionais dos teatros que apresentamos e que contribuiram para o espetáculo!

E que venha 2013! Temos uma estrada pela frente...
Ainda temos muito mais palhaçada pra fazer! :O)



E, pra fechar a sexta, fui apimentar com a Rosa uma festa da Justiça:


Domingo: descansar pois essa semana também termina com arte:
Shows do Waldi & Redson 
e Rosa participará do show da Elza Soares sábado.
Vamo que vamo!