segunda-feira, 31 de março de 2008

Diego de Moraes no Programa Loaded nº123

Diego de Moraes no Programa Loaded nº123

Para Ouvir:

Rádio UFsCAR FM 95,3 - São Carlos (SP) - segunda-feira - meia noite

Rádio Universitária FM 99,7 - Todo Centroeste do Paraná - sexta-feira 22hs

Rádio Universitária AM 870 - Goiânia (GO) - domingo 19hs


E para todo o planeta 24hs por dia:
www.loaded-e-zine.net

domingo, 30 de março de 2008

Festival Matéria Prima: Show!!!!!




Foto que documenta a minha participação e do Chelo (Dead Smurfs), enquanto Filhos de Maria, no show do Go-Zero-Mattoso (do Fernando Simplista e do Bruno Paiero, outros filhos de maria).
Durante essa participação jogaram uma latinha na gente e eu respondi:

"Obrigado aí, pois todos os meus ídolos já levaram latadas..."

Até esse inconveniente foi legal no contexto em que me sentia livre. Fiz um show tranquilo, sem tensão. O melhor mesmo é se divertir fazendo música, embora haja uma seriedade por tráz até das piadas mais infames...


Foi, sem dúvida, muito divertido tocar ontem lá no Martim (fazia muito tempo que não tocávamos lá). O mais louco foi ver a gravação (nunca vi uma filmagem que tivesse praticamente várias faces do show). Segundo minha amiga que filmou, aquilo foi vários shows em um só, pois cada música aparece como um universo. Uma coisa é o tosqueira sozinho na viola e outra o momento punk e outra na "bosta nova". Cada musica parecia uma coisa na gravação, na filmagem, viu?
É massa ver os detalhes... o aderson rindo por errar o vocal.
O pafa olhando no começo Neandertal com cara de : "uai..."
O povo pulando na música (mentira), que toquei sozinho. E, o mais emocionante, foi ver um cara, no fundo, cantando essa música, que não tem gravação e que não toco em shows. Essa música, Mentira, tem como único registro essa filmagem "tosqueira", mas verdadeira por ser espontânea, gravada em Chapada dos Guimarães no começo do ano (não reparem minhas "canelinhas"...):

http://youtube.com/watch?v=0N_iKo-xfLE

Queria muito mesmo ter visto os shows do Incesticida ( que faria o LANÇAMENTO DE "COMO PARA UMA BALA PERDIDA?(!)" E DO LIVRO "POETA IRREGULAR" DO VOCALISTA SÍMY) e do Johnny & Alfredo & Seus Neurônios Mongóis (que sou fã, pois também tenho meus neurônios mongóis!). Mas tive que ir embora antes, pois me deu, não sei porque, uma crise de dor de cabeça estranha...


Minha irmã é aluna do Bacurau. Ela me disse que uma amiga dele falou: "O Diego e essa bandinha dele é só fachada". Daí minha irmã (que é mais inteligente que eu), pensou: "Essa aí não entendeu nada...".
Minha próxima música que irei compor chama-se: "É SÓ FACHADA!" rsrsrs.


Mas, me pergunto: Fachada de quê? Se somos feios pra caramba, aliás o que estraga a banda é exatamente a fachada... nossas caras horrorosas!













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Texto enviado, por email, pela Assessoria de Imprensa do Festival:



Sucesso total do 1° Festival Matéria-Prima


A noite de ontem (29) foi marcada pela consagração do 1° Festival Matéria-Prima. O sucesso do último dia do festival foi total! O público, de cerca de 1.500 pessoas, compareceu em massa e os portões do Centro Cultural Martim Cererê tiveram que ser fechados em alguns momentos da noite.

O palco do Teatro Pyguá foi aberto às 18 horas pela banda Lestrade. As apresentações dos destaques musicais da UFG seguiram com Technicolor, Arnaldo Freire e Kaloni, Inflecto, GO. - zero MATOZO, Diego de Moraes e O Sindicato, Camels, Radiollas, Incesticida, Johnny & Alfredo & Seus Neurônios Mongóis, Sapo Verde e SpunkE.

A música também esteve presente no Bar Karuhá. Os Djs As Marias, Leandro Porto e François Calil eram os responsáveis pela animação de quem foi ao Martim Cererê atrás de diversão e boa música.

Além de muito rock e MPB, o público encontrou uma grande estrutura de atrações no espaço cultural da Agepel. As banquinhas venderam petiscos, cds, roupas, brincos, colares e muito mais, com destaque para a customização das camisetas do 1º Festival Matéria-Prima.

O 1º Festival Matéria-Prima ocorreu de 26 a 29 de março de 2008, cumprindo o objetivo de promover novos cantores e bandas de estudantes da UFG e de fomentar a discussão sobre música e cultura na Universidade. O evento foi realizado por estagiários da Rádio Universitária 870 AM. Nos quatro dias de programação, debates sobre música e jornalismo, no auditório da 870 AM, e apresentações de MPB, rock e samba, com entrada franca, no Martim Cererê, tiveram a adesão do público universitário e de todos os interessados na cultura goiana.

A primeira edição do festival teve o patrocínio da Refrescos Bandeirantes e Microcamp Internacional, com apoio da Agência Goiana de Comunicação (Agecom), Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (Agepel), Agência Bola Oito, DCE-UFG, Magnífica Mundi, Brasil Central Music (projeto do Sebrae Goiás), Ambiente Skate Shop, Hocus Pocus, Reis Peças, Metalplan e dos selos Monstro Discos, Fósforo Cultural e Maquinária Produtora de Sons.

Notícias detalhadas de todo o festival no site oficial www.festivalmateriaprima.com.br e no site da Rádio Universitária, www.radio.ufg.br.


Assessoria de Imprensa - 1º Festival Matéria-Prima:
Túlio Moreira - (62) 9963-8604
Laila Melo - (62) 8473-7342


Fotos: Kaíque Agostineti

Abrindo pro Júpiter Maçã...





Nem preciso dizer aqui que é uma honra abrir pra esse artista genial que é um dos pontos de convergência ou de intersecção entre nós, integrantes do Sindicato.
Então não vou ficar aqui dizendo o óbvio, tá bom?


Links:

http://collect.myspace.com/index.cfm?fuseaction=music.showDetails&Band_Show_ID=29057753&friendid=163998653


http://flickr.com/photos/mqn/2371674126/


10 abr 2008, 22:00
Goiânia, Goiás
Custo : R$20,00

Júpiter Maçã lançando o disco "Uma tarde na fruteira". Abertura de Diego de Moraes e O Sindicato

terça-feira, 25 de março de 2008

Fui revelado para o mundo quando minha mãe me pariu, viu?

... mas segundo Higor Coutinho, do blog: goianiarocknews.blogspot.com , foi o Tacabocanocd que me revelou...rs
Mas valeu dimais pela divulgação desse evento ímpar que oferece espaço e, digamos, oportunidade para bandas novas. Vê o Comentário do Higor:

http://goianiarocknews.blogspot.com/2008/03/as-rosas-no-falam.html

"Se você não está por dentro do alcance do festival, é só lembrar que o nosso mais recente hype local (que banca o headliner desta edição), o comentadíssimo Diego de Moraes, foi revelado para o mundo ao vencer o concurso empunhando apenas um violão e muita cara de pau. O resto da história você conhece, shows pela cidade, apresentações em São Paulo e Cuiabá, além de elogios rasgados de gente do cacife de Fabrício Nobre (você sabe, o da Monstro Discos) e Miranda (você também conhece, o produtor, jurado do Ídolos - SBT). Tá esperando o quê? Corre lá e tenta a sorte. Quem sabe sua banda não é tudo o que estamos esperando ouvir?"


Gostei do violão e da cara de pau... hehehe... mas faltou dizer que tinha a companhia da minha irmã, com 13 anos na época, participando tocando gaita, bateria e meia lua.

4º TacabocanoCD : inscrições prorrogadas até dia 28 de março!


Diego de Moraes no TacabocanoCD
As inscrições para o 4º TacabocanoCD se encerram na próxima segunda-feira, dia 24.
Você que possui uma banda ou é artista solo não pode perder essa chance de divulgar sua música e ser reconhecido. Para participar, basta não estar vinculado a nenhum selo ou gravadora e não possuir CD prensado. Conheça o regulamento completo no site www.fosforocultural.com.br e baixe a ficha de inscrição.

No dia 19 de abril, 10 bandas e artistas goianienses poderão tocar ao lado de grandes nomes do cenário independente brasileiro e, o melhor de tudo, concorrerão à gravação de um CD lançado pela Fósforo Cultural e produzido no Estúdio Rocklab!

PROGRAMAÇÃO DO 4º TACABOCANOCD

Dia 19 de abril - sábado - Martim Cererê

02:00 Diego de Moraes e o Sindicato (GO)
01:30 Banda selecionada TacabocanoCD
01:00 Charme Chulo (PR)
00:30 Banda selecionada TacabocanoCD
00:00 Droogies (PR)
23:30 Banda selecionada TacabocanoCD
23:00 Boddah Diciro (TO)
22:30 Banda selecionada TacabocanoCD
22:00 Filomedusa (AC)
21:30 Banda selecionada TacabocanoCD
21:00 The Sinks (RN)
20:30 Banda selecionada TacabocanoCD
20:00 A VI Geração da Família Palim do Norte da Turquia(PR)
19:30 Banda selecionada TacabocanoCD
19:00 Lesto (DF)
18:30 Banda selecionada TacabocanoCD
18:00 Branco ou Tinto (MT)
17:30 Banda selecionada TacabocanoCD
17:00 Big Noise (Inhumas-GO)
16:30 Banda selecionada TacabocanoCD
16:00 ABERTURA DOS PORTÕES

Conheça agora um pouco mais de duas bandas convidadas que se apresentarão no 4º TacabocanoCD

Diego de Moraes e o Sindicato (GO)

Apesar do pouco tempo de estrada, o cantor e compositor Diego de Moraes vem se destacando no cenário musical regional e já alcançou destaque em diversos meios de comunicação do país, como a revista Rolling Stone Brasil (junho/2007), revista Capricho (novembro/2007), páginas da internet de grande expressão, além de reportagens nos canais de televisão Multishow e TV Cultura. A seu currículo musical, somam-se as conquistas de dois festivais: o 25º Festival Sesi de Violeiros e MPB, que lhe deu direito a gravar uma música de seu extenso repertório ao lado de artistas consagrados como o Maestro Jarbas Cavendish e o baixista Marcelo Maia, e o Festival TacabocanoCD, que lhe rendeu a gravação de um EP, intitulado “Reticências...”, lançado em maio de 2007.


http://www.myspace.com/diegodemoraes


Charme Chulo (PR)

Foi na capital paranaense que nasceu o CHARME CHULO. O grupo, criado pelos primos Igor Filus e Leandro Delmonico, surpreendeu a cena musical curitibana com um rock caipira apresentado pela primeira vez no EP "Você sabe muito bem onde eu estou" (2004/2005). Os críticos definiram o trabalho como uma mescla de rock inglês dos anos 80 e música caipira de raiz. Essa mistura aparentemente inusitada era permeada por letras particulares, que passeavam entre o melancólico, o irônico e o regional.

http://www.myspace.com/charmechulo

segunda-feira, 24 de março de 2008

O MAIO DE 1968 - 40 ANOS DEPOIS

Caros amigos, peço a vossa participação, colaboração e divulgação do evento que organizo para o próximo dia 14 de maio nas dependências da FCHF / UFG, Campus II, sobre os 40 anos do Maio de 1968.
Nos próximos dias encaminharei a programação completa.
Abraços a todos.
João Alberto da Costa Pinto.


O Núcleo de Estudos e Pesquisas em História
Contemporânea (NEPHC) da Faculdade de Ciências Humanas
e Filosofia (FCHF) daUniversidade Federal de Goiás (UFG)
promove o

SEMINÁRIO


CAPITALISMO E LUTAS SOCIAIS:
O MAIO DE 1968 - 40 ANOS DEPOIS


Palestra, mesas redondas e apresentação de filme.

Dia 14/05/2008
Local: Auditório Lauro Vasconcelos — Prédio da FCHF/UFG —
Campus II

Taxa de inscrição: R$ 10,00 (Dez reais)

Inscrições no local — dia 14/05/2008

Coordenação do evento:
Prof. Dr. João Alberto da Costa Pinto
(Departamento de História da UFG).

Outras informações pelos e-mails:

nephcufg@yahoo.com.br
joaoacpinto@yahoo.com.br

Telefones:

62 84190577

62 3521 1461

62 3521 1130


Observação: as atividades do Seminário serão realizadas durante o dia 14 de maio nos períodos matutino, vespertino e noturno. Serão fornecidos certificados aos que freqüentarem pelo menos duas das atividades programadas.



Saúde e Paz!
João Alberto da Costa Pinto.

domingo, 23 de março de 2008

No Tribuna do Planalto

http://www.tribunadoplanalto.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=5199


Sexta-feira, 21 de Março de 2008

Cultura
Espaço para a música universitária


João Camargo Neto

A idéia de fazer um festival que desse espaço à música sem espaço na mídia e no mercado nasceu nos estúdios da Rádio Universitária, fundação pertencente à Universidade Federal de Goiás (UFG). Na verdade, mais uma idéia e mais uma mostra em Goiânia, chamada por aí de Seattle brasileira. A referência é à maior cidade do Estado norte-americano de Washington, conhecida como capital mundial do rock. O diferencial deste evento, porém, está na academia e na inserção de outros estilos da Música Popular Brasileira (MPB).

Partiu dos estagiários do maior laboratório do curso de Jornalismo da UFG a iniciativa de organizar não somente os shows como também debates relacionados à cultura e à cena roqueira e popular da capital goiana. O auditório da Rádio Universitária abrigará durante três dias, de 26 a 28 de março, os interessados em discutir jornalismo e cultura, em especial a música. Para encerrar, no sábado à noite, 29, 13 bandas, entre roqueiros, sambistas e cantores populares, apresentam-se no Martim Cererê numa espécie de show de congraçamento do Festival Matéria-Prima.

Os temas dos debates – "Jornalismo Cultural", "Mercado Independente" e "Música na Universidade" – foram escolhidos de acordo com as deficiências que os organizadores detectaram acerca do assunto em Goiânia. Jornalistas, gestores, músicos, produtores culturais e historiadores participarão da parte, por assim dizer, teórica do festival.

Idealização
Tudo começou com o quadro "Versão Demo", dentro do programa Matéria-Prima, que vai ao ar todos os sábados, das 13 às 16 horas, na Rádio Universitária 870 AM. A cada edição, os apresentadores recebem uma banda alternativa no estúdio para falar sobre o trabalho musical e, claro, mostrar a produção da banda.

O bloco "Versão Demo" repercutiu tanto por causa dos ouvintes quanto dos participantes que os músicos levam para acompanhar a entrevista e a apresentação de dentro do estúdio. A acadêmica do quinto período de Jornalismo Marcela Guimarães Santos – uma das organizadoras do evento, que conta com uma equipe de 20 pessoas – lembra que a edição que mais teve repercussão foi a que veiculou entrevista com o músico goiano Diego de Moraes e sua banda, O Sindicato.

Ele foi o vencedor, em 2006, do concurso TacabocanoCD, promovido pela Fósforo Records e que lhe rendeu a gravação de um EP. O certamente premia os melhores músicos durante a participação no Goiânia Noise, tradicional festival da cena roqueira goianiense que neste ano completa 14 anos. Desde então, ele atingiu a mídia brasileira, com aparições em veículos de comunicação especializada de todo o País.

De início, o grupo que hoje toma frente da primeira edição do Matéria-Prima pensou em realizar algo menor. Quem sabe no auditório da própria emissora. Eles ganharam adeptos e o Festival já nasceu com porte de evento grande. "A universidade tem muitos artistas, talentos, gente interessada, e não há espaço", diz Marcela.

Uma vez apresentado e aprovado pelo diretor da rádio, Roberto Nunes, e pela professora que supervisiona o estágio radiofônico, Riva Kran, o projeto foi submetido à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec) da UFG. Por sua vez, a instituição apreciou o planejamento e concedeu apoio aos idealizadores.

O principal critério de escolha das 13 atrações foi ter ao menos um integrante que estudasse na UFG. "O objetivo é dar mais espaço para a música feita pelos universitários para que a comunidade no geral conheça", destaca Marcela. Além do Matéria- Prima, os músicos serão entrevistados, até a realização do festival, no quadro "Microfonia", do Panorama, programa cultural veiculado de segunda a sexta-feira, das 17 às 18 horas.

Independente do evento, qualquer músico que quiser ter seu trabalhado avaliado para veiculação na programação da emissora pode encaminhar material gravado à produção ou direção da rádio. Se encaixar no perfil da programação, é convidado a apresentar-se em um dos dois programas universitários. "A gente espera mais integração com os músicos, que a gente possa abrir ainda mais espaço. A rádio sempre está aberta para todo mundo, mas os artistas ainda não conhecem a abertura que está posta para eles", diz Marcela.

Todo o material de divulgação tem apoio institucional da Proec. A UFG bancou, por meio da Faculdade de Artes Visuais (FAV), a elaboração da parte gráfica, feita pelos alunos de design gráfico. A editora da instituição de ensino rodou os folderes, cartazes e panfletos.

Serviço

* Evento: Festival Matéria-Prima
* Data:De 26 a 29 de março

Local
* Debates: Auditório da Rádio Universitária
* Shows: Martim Cererê, dia 29
* Para inscrição nas palestras, é necessário enviar e-mail para o endereço debates.festivalmateriaprima@gmail.com e informar nome completo, registro geral, instituição de ensino e telefone para contato. Não é cobrada nenhuma taxa

Programação

Ciclo de debates

Dia 26, quarta-feira*
* Jornalismo Cultural, com os jornalistas Adriana Rodrigues, Edson Wander, Pablo Kossa, Higor Coutinho e o acadêmico Edson Camargo Júnior

Dia 27, quinta-feira
* Mercado Independente, com o consultor do Sebrae Marco Antônio de Mello e Cunha, o músico Luiz Chaffin e os produtores culturais Fabrício Nobre e Lucas Faria

Dia 28, sexta-feira
* Música na Universidade, com o historiador Sebastião Rios e os músicos Gyovana Carneiro, Jarbas Cavendish e Arnaldo Freire

* Os eventos terão início às 14 horas

terça-feira, 18 de março de 2008

8º PRIMEIRO CAMPEONATO MINEIRO DE SURFE – EDIÇÃO UBERLÂNDIA





8º PRIMEIRO CAMPEONATO MINEIRO DE SURFE – EDIÇÃO UBERLÂNDIA

Nesta quarta-feira a maresia que estará rolando em BH chegará em Uberlândia, com a chegada das bandas SEVEN e Trilöbit no GOMA. Trocando em miúdos:



A banda SEVEN, manda um rock instrumental psicodélico do século XXI. Abusando do experimentalismo, o Seven é uma das revelações da música instrumental. Em seus shows, sempre surpreende com improvisações concisas, que exploram sua vasta fusão de sonoridades. A banda em breve irá lançar seu primeiro álbum, que virá com uma proposta original e interativa. Som criativo para mentes insanas.

A matéria continua em: http://gomamg.blogspot.com/2008/03/8-primeiro-campeonato-mineiro-de-surfe_17.html

segunda-feira, 17 de março de 2008

Palavra Cantada em Goiânia!


Informações e inscrições em: http://www.salaodolivrogoias.com.br/

Vai no link Programação e depois em Shows.



Show com PALAVRA CANTADA (SP) : http://www.palavracantada.com.br/

NOVO HORÁRIO 10:00h
DIA: 02/04/08 (4ª feira)
Local: TEATRO RIO VERMELHO

sexta-feira, 14 de março de 2008

Amanhã: IV Máxxxima Rock


Fósforo Cultural apresenta:




IV Máxxxima Rock




Com o Trio Rockabilly Crazy Legs (SP) como principal atração!




15/03/2008 - sábado

Martim Cererê






Fósforo Cultural e Cerveja Sol apresentam
IV Máxxxima Rock


Em sua quarta edição, o Festival Máxxxima Rock traz o melhor do Rockabilly, Surf Music e Rock Instrumental aos rockeiros de Goiânia neste sábado. O carro-chefe das apresentações é a paulista Crazy Legs, um trio que elevou o nível do Rockabilly brasileiro em seus mais de 10 anos de atuação.

Com participações em coletâneas lançadas nos Estados Unidos e também no Japão, a banda passou por várias reformulações e, em 2006, realizou o sonho de gravar seu primeiro compacto em vinil: “Rockabily Trio”.

O Festival Máxxxima Rock conta ainda com mais três bandas de fora e quatro bandas locais. Confira a programação na íntegra:

IV Máxxxima Rock
15/03/2008 - sábado
Martim Cererê

19h – Baltazar
20h - Gabróids
21h - Lenore
22h – Gramofocas (DF)
23h - Surfadélica (SP)
0h - Fóssil (CE)
1h - Seven
2h - Crazy Legs (SP)


*Conheça mais sobre a banda Crazy Legs:
http://www.crazylegs.com.br/
Contato: Caio (11) 71 73 52 93 - caiorocker@gmail.com

Serviço:
IV Máxxxima Rock
Data: 15/03/2008 - sábado
Local: Martim Cererê
Ingresso: 10 reais antecipado / 15 reais na porta

-Ingressos antecipados:
Ambiente Skate Shop
Hocus Pocus

-Sorteio de um par de ingressos na comunidade da Fósforo Cultural!
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=14656824




Comunicação Fósforo Cultural
Contato: Aline Mil
alinemil@gmail.com
(62) 9972-6396
www.fosforocultural.com.br

Rádio do Pontão de Cultura


Juliana Ribeiro inaugurou o programa de Rádio do Pontão de Cultura no último dia 7, é um encapsulado de aproximadamente 5 min; mas nele contém todas as informações de Cultura Livre da cidade, como chorinho, o jazz e muitas outras programações de boa qualidade e GRATUITA!Então se liga!! no anexo vc confere o Flyer com os horários.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Acontece: ROLLING STONE





Link da matéria:


http://www.rollingstone.com.br/materia.aspx?idItem=1955&titulo=Cara+Estranho%2C+M%C3%BAsica+Esquisita&Session=Acontece




Revista > Edição 18 > Março 2008 > Acontece
Cara Estranho, Música Esquisita
Márcio Cruz

Com sotaque e deboche, Diego de Moraes mistura tropicalismo, Bob Dylan e Walter Franco

Na primeira noite do festival Goiânia Noise 2007, Dona Maria Helena de Moraes Campos teve de adiar a entrega de algumas encomendas de salgadinhos e deixar Senador Canedo (cidade-dormitório a uma hora da capital goiana), para acompanhar a apresentação musical de seus filhos. Diego de Moraes já tem 22 anos, mas sua irmã, Fernanda de Moraes, que faria uma participação fazendo barulhinhos com a boca, tocando percussão e bateria em “Todo Dia”, tem apenas 14.

“Minha mãe é minha heroína”, se derrete Diego, que compôs a maioria das músicas disponíveis na página no MySpace quando ainda tinha 18 anos. Figura mirrada de estatura pequena, cabelos curtos, Diego guarda uma curiosa semelhança com Hélio Flanders, vocalista e principal compositor do Vanguart. Como Flanders, uma de suas principais influências é Bob Dylan. Outra coincidência é que Moraes nasceu em Cuiabá, cidade natal do Vanguart, mas, enquanto a banda cuiabana tem melodias por vezes melancólicas, a linha escolhida por Moraes é o deboche. “Fora Cuiabá, o violão e a nossa feiúra, nosso universo é bem diferente”, brinca. A diferença aparece cifrada em canções como “Música Estranha”, talvez a mais tropicalista do EP Reticências (2007), unindo guitarras distorcidas, órgão, coro gritado e assobios de bonecos de borracha: “Essa não é música para tocar no elevador/ Não é música pra todo mundo cantar o refrão/ É minha música/ Minha vida/ Seja lá o que for/ Música pessoa/ Para pessoas esquisitas”. E não pára por aí. Outras influências (conscientes ou não) passam por Walter Franco, Ramones, Beck e Luis Tatit – este último ele diz escutar com freqüência atualmente. Durante a apresentação no Festival Bananada 2007, Diego revelou fortes ligações com a vanguarda paulistana liderada por Itamar Assumpção e Arrigo Barnabé no início dos anos 80. A voz doce e o jeito frágil escondem uma outra faceta. Moraes é agitador da cena de Senador Canedo, onde tenta convencer os grupos locais a criarem sua própria música em vez de fazerem apenas covers. “As bandas que mais chamavam atenção eram aquelas que já tocavam algo pronto.”

As canções de Diego, tanto na vertente que mistura experimentalismo e moda de viola (sozinho ou ao lado da irmã) como pela faceta elétrica acompanhado da banda O Sindicato – Eduardo Kolody (guitarra), Gabriel Cruz (percussão), Rogério Pafa (bateria), Anderson Maia (baixo e sintetizador), Danilo Teles (baixo e guitarra), Fernanda de Moraes (gaita, percussão e bateria) –, já lhe garantiram prêmios. Entre eles, 12 horas de gravação no estúdio da Trama e a participação no último Goiânia Noise.

Em “Neandertal”, um emaranhado de sons urbanos como sirenes, gritos e surtos sob base de guitarras e baterias que lembra “Misirlou”, de Dick Dale, ele canta: “CPF/ Identidade/ Comprovante de endereço/ Entre na fila/ Eu mereço/ Eu sou um número/ E eu me desconheço”. Mas, ao contrário do que expressa na letra, Moraes se recusa a se enquadrar em algum tipo de estilo musical. “O problema de Goiás é que tem gente que me inclui no rock e outros na MPB. Acho que tenho a atitude punk, que é minha escola, onde comecei. Mas trilhei por outros caminhos depois. Falem o que quiserem sobre meu estilo, só não quero perder a espontaneidade nem me prender em nenhuma camisa-de-força, em um estilo homogêneo.”




Capa da revista:

quarta-feira, 12 de março de 2008

Mais Charges...



Charges

No dia 8 de Fevereiro de 2008 publiquei um post nesse blog com o título:
Minha primeira charge que é processada! , que pode ser conferido em:

http://diegodemoraes.blogspot.com/2008/02/minha-primeira-charge-que-processada.html


Hoje publico aqui uma das charges.



terça-feira, 11 de março de 2008

Seven é capa do Tramavirtual




Olha lá a entrevista:


http://tramavirtual.uol.com.br/noticia.jsp?noticia=7333



Holofote
por Pedro Bruno

Conheça o quarteto goiano Seven


10/03/2008

Liberdade e improviso, essas são as duas palavras que regem o quarteto goiano Seven. O formato instrumental do grupo nasceu da necessidade do improviso, quando o vocal da antiga banda do baixista Aderson Maia e do guitarrista Eduardo Kolody faltou numa apresentação. Foi a boa repercussão desse show que incentivou os integrantes a permanecer sem vocal. Desde então o Seven já tocou nos principais festivais de Goiânia, além de passar por Cuiabá e Brasília.

O primeiro disco do grupo já está pronto, a espera de algum patrocinador para a prensagem. As sete faixas que compõe o álbum foram gravadas no estúdio do baterista Rogério Paffa, o que permitiu uma grande liberdade de composição e experimentação. Samplers, colagens, sobreposição de instrumentos, diferentes timbres de bateria e até o som de corrente de bicicleta e vidros quebrados foram utilizados na produção que durou oito meses.

Onde surgiu?

Numa casa de shows que tinha aqui em Goiânia, chamada Território Brasileiro. Eu e o Eduardo, guitarrista, tínhamos uma banda com vocal. Isso até o dia desse show no Território, quando o vocalista faltou e tivemos que improvisar tudo ali, na hora. A galera que estava lá gostou e pilhou a gente para continuarmos somente com o instrumental. Isso foi em 2004.

Como surgiu?A partir desse dia começamos a ensaiar e compor já pensando nas músicas sem vocal. Nós adaptamos as músicas que já existiam e também criamos outras, já em formato instrumental. Aos poucos fomos amadurecendo as idéias e o som foi ganhando consistência.

Principais influências?
Ouvimos de tudo. Rock, música brasileira, música eletrônica, dub, jazz. Pra nós é normal ouvir um Mutantes, trocar por um Kraftwerk e depois colocar um Frank Zappa, ou Miles Davis. Isso se não tiver um Adoniran Barbosa, Tim Maia ou Mad Professor no caminho. O som do Seven acaba refletindo isso, essa grande miscigenação musical.

Como define seu som?É sempre difícil definir a música do Seven. Estamos sempre tentando acrescentar coisas novas, procurando novos sons. Somos aficionados por pedais de efeito, usamos sintetizador. A gente brinca que queria ser igual o Goro, do Mortal Kombat, para poder tocar mais instrumentos simultaneamente. Ano passado acrescentamos lap top e controlador midi à banda. Costumamos chamar de rock instrumental psicodélico, mas isso é tão relativo, que amanhã talvez nem seja mais rock.

Por que vale a pena ouvir sua banda?
Acho que a experimentação é a principal qualidade da banda. E gostamos muito de tocar. Sempre que podemos, levamos os instrumentos para uma chácara aqui perto da cidade e ficamos lá isolados por três ou quatro dias seguidos, tocando, criando, ouvindo música, se divertindo. Somos apaixonados por música e gostamos muito do que fazemos.

domingo, 9 de março de 2008

Da Lama Ao Caos


Na última quinta teve o rock lá na federal (Lançamento do Festival Matéria Prima), em que tocamos.
Destaque para a apresentação histórica e "super-atitude" do Bang Bang Babies, que terminou só com guitarra e batera. Louquíssimo!!!!!




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Texto da Assessoria de Imprensa do Festival:


Chuva e lama no lançamento do 1º Festival Matéria-Prima
Apesar da chuva forte que durou horas, o Campus II da Universidade Federal de Goiás (UFG) foi invadido ontem (6) por universitários famintos por rock'n'roll. O som das bandas que tocaram no lançamento do 1º Festival Matéria-Prima começou atrasado, mas a animação não tinha hora pra terminar! As bandas Camels, Radiollas, Sapo Verde, Diego Moraes e O Sindicato, Seven e Bang Bang Babies se revezaram no palco montado ao lado do Restaurante Universitário e garantiram a alegria de quem se arriscava em meio ao lamaçal que se formou no gramado da UFG.

Os universitários Daniel e Diego aprovaram o lançamento do Festival Matéria-Prima no Campus. Eles afirmaram que projetos como a iniciativa dos estagiários e funcionários da Rádio Universitária e da Faculdade de Artes Visuais fazem aumentar a credibilidade dos estudantes com a instituição.

O vocalista e baixista da banda Sapo Verde, Gustavo Martins, garantiu que, apesar da lama, o público estava bem animado. "A julgar pela expectativa e diversão na lama no Woodstock Goiano, o Festival Matéria-Prima vai ser excelente, genial!", declarou ao descer do palco.

O lançamento do Festival Matéria-Prima ocorreu durante a Calourada Unificada 2008, realizada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE) em parceria com os Centros Acadêmicos. A parceria inédita entre DCE e Rádio Universitária foi elogiada pelo diretor do DCE, João Victor Nunes Leite, que acredita na continuidade dessa associação. Ele explicou que a Rádio Universitária 870 AM funciona não só como laboratório dos alunos de jornalismo, mas também representa uma abertura fora da mídia convencional.

O 1º Festival Matéria-Prima acontece de 26 a 29 de março de 2008, com o objetivo de promover novos cantores e bandas de estudantes da UFG. O evento é realizado por estagiários da Rádio Universitária 870 AM e pelo selo Overture Rock, sob a orientação da professora Riva Kran. Nos quatro dias de programação, estão previstos debates sobre música e jornalismo, no auditório da 870 AM, e apresentações de MPB, rock e samba, com entrada franca, no Centro Cultural Martim Cererê.

A primeira edição do festival tem o patrocínio da Coca Cola - Refrescos Bandeirantes e Microcamp Internacional e apoio da Agência Goiana de Comunicação (AGECOM), Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (AGEPEL), Agência Bola Oito, DCE-UFG, Magnífica Mundi, Brasil Central Music (projeto do Sebrae Goiás), Ambiente Skate Shop, Hocus Pocus, Reis Peças, Metalplan e dos selos Monstro Discos, Fósforo Cultural e Maquinária Produtora de Sons. Mais informações no site oficial www.festivalmateriaprima.com.br e no site da Rádio Universitária, www.radio.ufg.br.

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Assessoria de Imprensa – 1º Festival Matéria-Prima
Laila Melo – lailameloimprensa@yahoo.com.br / (62) 8473-7342
Túlio Moreira – tulioimprensa@gmail.com / (62) 9963-8604

terça-feira, 4 de março de 2008

Horários - Calourada DCE 2008 (dia 06/03)‏



(Foto: divulgação Seven)

Escala de Horários - dia 06/03


17h00 – Teatro
17h30 – Radiollas
18h00 – Camels
18h30 – Sapo Verde
19h00 – Diego de Moraes e O Sindicato
19h30 – Seven
20h00 – Os Novos Ébanos
21h00 – Bang Bang Babies


Lançamento do Festival Matéria-Prima – Calourada DCE-UFG 2008

O lançamento do 1º Festival Matéria-Prima, organizado por estagiários da Rádio Universitária da Universidade Federal de Goiás (UFG), ocorre no dia seis de março (quinta-feira), dentro da programação da Calourada 2008, realizada pelo Diretório Central dos Estudantes (DCE). Os shows funcionam como prévia do festival e começam a partir das 17 horas, no Campus Samambaia (Campus II). A entrada é franca.

Confira a seguir as atrações do lançamento da primeira edição do Festival Matéria-Prima:

- Radiollas
- Banda Camels
- Sapo Verde
- Diego de Moraes e O Sindicato
- Seven
- Os Novos Ébanos
- Bang Bang Babies

O 1º Festival Matéria-Prima acontece de 26 a 29 de março de 2008, com o objetivo de promover novos cantores e bandas de estudantes da UFG. O evento é realizado pelo selo Overture Rock e por estagiários da Rádio Universitária 870 AM, sob a orientação da professora Riva Kran. Nos quatro dias de programação, estão previstos debates sobre música e jornalismo, no auditório da 870 AM, e apresentações de MPB, rock e samba, com entrada franca, no Centro Cultural Martim Cererê.

A primeira edição do festival tem o patrocínio da Coca Cola - Refrescos Bandeirantes e Microcamp Internacional e apoio da Agência Goiana de Comunicação (AGECOM), Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (AGEPEL), Agência Bola Oito, DCE-UFG, Magnífica Mundi, Brasil Central Music (projeto do Sebrae Goiás), Ambiente Skate Shop, Hocus Pocus, Reis Peças, Metalplan e dos selos Monstro Discos, Fósforo Cultural e Maquinária Produtora de Sons. Mais informações no site oficial www.festivalmateriaprima.com.br e no site da Rádio Universitária, www.radio.ufg.br.

A seguir, detalhes de cada atração do dia seis de março. As fotos estão em anexo.

Radiollas

O Radiollas tenta construir carreira sólida, marcada pelo mais puro rock'n'roll. Tudo começou em março de 2006, quando Rafael Pansa, Thiago Moraes e André Luiz resolveram unir seus dotes musicais para formar uma banda com um sonho até pequeno: ser rock star. E não deu outra. No início, o nome desse grupo era simplesmente Rockstars Don't Need a Name.

O Radiollas já realizou vários shows, como a participação no concurso TacabocanoCD de 2006, o mesmo que revelou Diego de Moraes. O grupo conquistou, logo no show de estréia, o terceiro lugar. Em junho do ano passado, a banda produziu sua primeira demo, parcialmente disponibilizada no portal MySpace. Quem estiver no Martim Cererê no dia 29 de março, vai descobrir que se antes rockstars não precisavam de nome, agora eles têm um: Radiollas.

Contato: Rafael Pansa – rafaeldacostacampos@hotmail.com / (62) 3095-3675

Camels
O estilo da banda Camels traz o melhor das várias vertentes do rock'n'roll, com o objetivo de priorizar o "feeling" existente nas músicas. Por meio do vocal e dos back vocals bem trabalhados, os integrantes da banda buscam um efeito diferente dentro do rock. O grupo é formado por Cauhê (teclado e back vocal), Luis (contra-baixo e back vocal), Romeu (guitarra e vocal), Waltim (guitarra) e Rafael (bateria). As influências da banda vão desde o mais clássico ao mais progressivo do gênero rock, como Pink Floyd, Guns N' Roses, Duran Duran, A-ha, Kiss, U2, entre outras.

Os roqueiros começaram com covers, mas hoje priorizam as próprias canções. Can't Stop The Music, por exemplo, foi uma música muito bem trabalhada, que sofreu diversas alterações ao longo dos ensaios, mas nunca perdeu seu estilo progressivo pesado, com riffs de teclado e de guitarra que não se perdem com a bateria marcando o tempo com peso. Agora, eles planejam reunir suas principais canções no primeiro disco da banda, intitulado The Dreamland.

Contato: Luis Felipe – luis_mason@yahoo.com.br / (62) 8115-2588

Sapo Verde

Com raízes no rock e na música negra norte-americana e brasileira, a banda Sapo Verde vai além do clichê sexo, drogas e rock'n'roll. Os riffs de peso se alternam com a irreverência do rock nacional dos anos 70, sempre com uma pitada da batida do funk e da malandragem do samba. As letras, em português, retratam todas as questões fundamentais do mundo do rock... Uma das primeiras gravações profissionais da banda, a música De pé na Estrada foi incluída na coletânea Sofun Hits, lançada no ano passado e que reuniu 19 bandas do cenário independente brasileiro.

Em breve, a banda volta ao estúdio para gravar outra música, batizada de Preguiçoso. A Sapo Verde é formada pelo guitarrista André Hiromi, pelos vocalistas Rodrigo Invernizzi e Gustavo Martins (que também é baixista), pelo tecladista Kunihi Suga e pelo baterista Caio Henrique.

Contato: Gustavo Martins – gustavocrm@hotmail.com / (62) 8487-2581

Diego de Moraes e O Sindicato

Diego de Moraes é uma das grandes sensações de nossa música nos últimos tempos. O cantor lançou o EP Reticências... em 2007, mas já tem composições prontas para um próximo trabalho. No início da carreira, Diego tocou meia lua na Igreja, quando tinha mais ou menos 13 anos. Em 2001, começou a tocar bateria em bandas de Senador Canedo, sua cidade natal. Primeiro, na Idiotas Superiores e depois na banda Nóia Catódica. Ele começou a ficar mais conhecido depois de tirar o primeiro lugar no concurso TacabocanoCD, evento organizado pela Fósforo Records. Como prêmio, Diego pôde gravar Reticências....

Em outubro de 2007, veio a consagração definitiva, quando Diego de Moraes venceu o concurso No Capricho, evento que aconteceu em São Paulo, promovido pela revista Capricho, da Editora Abril. Como prêmio, 12 horas de gravação no estúdio da Trama. Em novembro do mesmo ano, Diego também venceu a seletiva da TramaVirtual, quando ficou entre dez finalistas, de centenas de inscritos. No concurso, três artistas escolhidos pelo público tocariam no 13º Goiânia Noise Festival. Diego foi um dos destaques do primeiro dia, e chamou a atenção dos produtores musicais de outros estados.

Para a primeira edição do Festival Matéria-Prima, Diego já se apresenta com a banda de nome novo: O Sindicato. O grupo é formado por Danilo Teles (guitarra), Aderson Maia (contrabaixo e sintetizador), Gabriel Cruz (percussão) e Eduardo Kolody (guitarra, violão e viola). Diego conta que ouve Beatles, Tom Zé, Bob Dylan, Mutantes, Júpiter Maçã e muitos outros, mas prefere não apontar influências musicais.

Contato: Diego de Moraes – diego_leigo@hotmail.com / (62) 9615-6508

Seven
Rock instrumental psicodélico do século XXI. Abusando do experimentalismo, o Seven é uma das revelações da música instrumental brasileira, sempre surpreendendo com improvisações concisas, que exploram sua vasta fusão de sonoridades. A banda está lançando seu primeiro álbum, que virá com uma proposta original e interativa. O som é criativo e destinado para públicos insanos.

O rock instrumental psicodélico do Seven já tem lugar de destaque em Goiânia. A banda também é referência por aqui quando o assunto é experimentação. O grupo já se apresentou nos principais festivais do estado, com destaque para o elogiado show na décima terceira edição do Goiânia Noise Festival, no ano passado.

Contato: Eduardo Kolody – edukolody@gmail.com / (62) 9932-7873 (Aderson)

Os Novos Ébanos

O grupo Novos Ébanos surgiu a partir da necessidade sentida pelo jovem Lucas Ceccato em resgatar e repassar conhecimentos da música folclórica, transmitidos pelo seu pai Nilo Amaro (Moisés Cardoso Neves), renome na música brasileira. Nilo Amaro e Seus Cantores de Ébano, como era chamado o grupo sessentista, introduziu a versão brasileira do spirituals, canto afro religioso dos negros americanos (que deu origem ao blue e ao jazz). Foi, também, precursor da música gospel no Brasil. O repertório do grupo, marcado pela forte presença de clássicos da música popular brasileira, abrangia desde temas folclóricos até sambas, sambas canções, toadas e outros gêneros.

A convite de Lucas, outros amantes e estudiosos da música, como Kaloni, Rodrigo, Thâmile, Wellington, Melina, Fernando e Romildo, hoje fazem parceria para dar continuidade ao projeto de levar às pessoas simplicidade, pureza, amor à natureza, sensibilizando-as, de forma genuína, através da música. Sabendo que cantar a história é cantar o sonho perpetuado nas gerações, composições como Uirapuru, Leva eu sodade, Minha graúna, Dorinha, Vaqueiro previnido, Boa noite e Nobody knows the touble I've seen foram abrigadas pelo projeto "Sonho que se canta junto". As vozes, instrumentos predominantes na execução, são acompanhadas por violão, baixo, percussão, trompete e outros instrumentos.

Contato: Kaloni – novosebanos@hotmail.com / (62) 8151-1735

Bang Bang Babies

Bang Bang Babies é uma das grandes revelações da cena de Goiânia. Formada em meados de 2005, a banda já conquistou um bom público e vem sendo requisitada para tocar em vários festivais da cidade. Fazendo um rock cru, direto e sem frescuras, a Bang Bang Babies não nega as influências explícitas de garage rock, proto punk e surf music e até de bandas locais como MQN, Hang The Superstars e Mechanics.

Hélio Zancopé (bateria), Pedro (guitarra e voz), Vital (guitarra) e Pintim (baixo) se divertem bastante com seus shows garageiros, saem em jornais, na internet, em revistas... A banda ainda dá entrevistas para rádios, toca em outras cidades... No inicio de 2006, os quatro ficaram trancados no Estúdio Manicomial, de onde saiu o EP Bang Bang Babies, lançado pela Fósforo Records. O disco tem 5 músicas, como Going Down e O Homem não pisou na lua.

Contato: Vital – vitaljrm@hotmail.com / (62) 8438-5568

Serviço
Evento: Lançamento do 1º Festival Matéria-Prima
Data e horário: 06/03 (quinta-feira), a partir das 17h
Local: Campus Samambaia (Campus II) da UFG, Setor Itatiaia
Entrada franca

Contatos:
Túlio Moreira – (62) 9963-8604 / tuliomoreira27@gmail.com
Laila Melo – (62) 8473-7342 / lailameloimprensa@yahoo.com.br

Show Ducaralho em "Berlândia"!!!!! Muito divertido!

Hoje (segunda) fiz um show, improvisado, voz e violão no pátio da Fchf (Faculdade de Ciencias Humanas e Filosofia) da Ufg.


Não me esqueço, porém, dos momentos maravilhosos vividos em Uberlândia no último fim de semana. Um pouco disso está registrado nas palavras de Victor Maciel, no blog:
http://viamarginal.blogspot.com/



"Diego de Moraes e o Sindicato

Tranquilamente apoiados contra a parede do espaço para shows do Goma e tendo uma galera empolgadaça logo a frente, este que lhes relata todo o ocorrido e o grande Talles Lopes acompanhavam o último show da noite, meio bestas e admirados com o que viam.

“Fala sério! Esse moleque já manda tão bem assim e não deve ter 20 anos! Vai longe!” Comenta este Maciel, deliciosamente surpreso.

“De bobo, esse menino só tem a cara, rapaz!” Brinca Lopes, arrematando o que é fato.

Não há dúvidas que esse foi um dos melhores shows já realizados na ainda breve história do Goma. Mas não duvido, Diego de Moraes e o Sindicato ainda figurarão entre os grandes shows da casa por um bom tempo. Presença de palco, carisma, autenticidade, personalidade e intensidade que se manteram num alto e constante nível durante toda a longa apresentação, com direito a dueto com Chelo, do Dead Smurfs, e perduraram até os bastidores, onde Diego ainda teve ânimo e presteza pra cantar, tocar violão, brincar e conceder entrevistas, interrompidas só porque Dieguito perderia sua carona. Interrupção merecida e sem contestações. Foi só o primeiro de muitos rocks com essa goianada! Até a próxima, (I)Moraes!

Mais uma intensa noite de troca de informações, experiências e de rock n roll independente, livre e libertador! E, até fazendo certo sentido à inocência que acabou soando como piadinha infame do jovem estudante que citei no início desta resenha, fogo não teve, mas a cena da cidade, sem dúvida, “esquentou” ainda mais, neste último sábado. Que continue assim, amém!
PS: em breve, aqui e no blog do Goma, esta mesma postagem, porém turbinada com as fotos indispensáveis pra transcrever essa noite absolutamente foda! Hasta!

domingo, 2 de março de 2008

Entrevista no site da Trama Virtual.

http://tramavirtual.uol.com.br/noticia.jsp?noticia=7320

Impressão Digital
por TramaVirtual

Diego de Moraes comenta o que anda lendo, vendo e ouvindo


29/02/2008



Não queremos saber só das turnês e dos discos que estão saindo das bandas. Queremos saber o que nossos artistas preferidos andam ouvindo, lendo, assistindo na TV e no cinema. Queremos saber do que eles gostam e têm vergonha de contar pra todo mundo, queremos ver o lado humano de cada um. Por isso criamos a seção “Impressão Digital”. Toda sexta-feira, um artista vai responder a dez perguntas, comentando o que se passa em sua vida ultimamente. Seus gostos, suas opiniões, suas impressões.

Nessa semana falamos com Diego de Moraes, cantor e compositor goiano. O músico lançou um EP no ano passado, passou por diversos festivais como o Bananada, Vaca Amarela, além de ter vencido as seletivas da TramaVirtual/Monstro Discos para se apresentar no Goiânia Noise Festival. Recentemente ele lançou a faixa “Amigo”, gravada no estúdio da Trama.

Música mais legal ouvida recentemente
”Guaraná Jesus”, que é uma versão, de Carlos Careqa, para “Chocolate Jesus”, de Tom Waits. É Hilária! Faz referência ao Guaraná Jesus, do Maranhão, com um "climão" bem ao estilo de Tom Waits!

Banda mais legal hoje
Porcas Borboletas.

Último bom filme que viu
Meu Nome Não É Johnny.

Último bom livro que leu
Por Quem os Sinos Dobram de Ernest Hemingway.

Melhor loja de discos
Opção Cultural, um sebo daqui de Goiânia.

Programa de TV favorito
Sr. Brasil.

Melhor show que viu esse ano
Esse ano foi o do Juraíldes da Cruz (mas no ano passado foi do Júpiter Maçã, que espero ver novamente nesse ano).

Último disco que baixou/comprou
Um do Itamar Assumpção, Beleléu e Banda Isca De Policia.

Que disco levaria a uma ilha deserta
O álbum branco dos Beatles ou o The Piper at The Gates of Dawn, do Pink Floyd. Fiquei indeciso, cara (entre vários)! Mas, talvez, seria um desses dois.

O que você gosta e tem vergonha de assumir
De Legião Urbana. Não conta pra ninguém, viu?

Último vídeo legal que viu no YouTube

Esse em que o Tom Zé fala do pinto do Roberto de Carvalho (marido da Rita Lee).

Pessoa favorita do universo
Minha mãe.

Site que indica
http://sombarato.blogspot.com/

Última grande bebedeira
Eu estava tão bêbado que nem lembro de nada, mas dizem que falei muita merda, que "cheguei" em todas as mulheres da festa, que começava a conversar e, do nada, saía andando (deixando a pessoa falando sozinha). Sei que depois que cheguei em casa vomitei e desmaiei na sala. Foi “trash”, viu? Tomara que isso nunca mais se repita.

O que faria com 100 milhões de dólares
Compraria todos os discos e livros que eu gostaria de ter e uma fazenda, onde construiria um estúdio pra ficar lendo, compondo, tocando e coçando.

Melhor coisa que fez no último mês
Viajar pra Chapada dos Guimarães e ficar lá com meus amigos.

Melhor coisa antiga do momento
Uma camisa rasgada da Hang The Superstars, que ganhei do Aderson (baixista do Sindicato, banda que toca comigo, e da Seven).