quarta-feira, 18 de junho de 2008

Filhos de maria e os irmãos de jesus no Segunda Aberta (Cine Ouro) 23/06 (segunda-feira)


(arte do Chelo)


Projeto Segunda Aberta – Release




O projeto Segunda Aberta foi criado no início dos anos 80 e aconteceu em bares da cidade como Cavalhadas (do cartunista Jorge Braga) e Flor da Pele (do músico Gilberto Correia). Vários artistas começaram suas carreiras ou se revelaram no projeto. Depois, em 1989, o Segunda Aberta foi encampado pela Secretaria de Cultura de Goiás, dirigida por Kleber Adorno, e passou a acontecer no restaurante Centro de Tradições Goianas.

Em 2007, o projeto voltou a acontecer no Teatro do Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro. Foram, somente em 2007, 52 apresentações que trouxeram para o palco do Ouro artistas como Gustavo Veiga, Mestre Arnaldo e Grupo Batixó, Juraíldes da Cruz, Marcelo Maia, Francisco Aafa e Felipe Valoz, Blues e Derivados, banda Technicolor, De volta ao samba, Dênio de Paula, grupo Vida Seca, Kucas Faria, grupo Panela de Pressão, Laércio Correntina e TomChris, entre outros.

O projeto Segunda Aberta volta em 2008, a partir do dia 7 de abril e se repetindo à cada segunda-feira. A proposta é a mesma do ano passado: um músico ou grupo local se apresenta num show que dura entre 60 a 90 minutos. Diferente de 2007, neste ano não haverá um músico iniciante abrindo a noite. Todos serão tratados por igual e terão suas noites, independentes de serem iniciantes ou não. O gênero musical também não interessa à produção do projeto. Todos terão tratamento idêntico. A única diferença é o horário: em 2007, os shows começavam às 19h30. Em 2008, as apresentações têm início sempre às 21h.


Filhos de Maria e Madalena

Texto por: Fernando Simplista
(Goiánia; 05 de junho de 2008)


Os Filhos de Maria e Madalena têm alguns meses de vida. Foi neste ano corrente que os seis irmãos se encontraram e se acorrentaram. Não, não é mais um daqueles casos de famílias destruídas e separadas pelas dificuldades da vida. A impressão que dá, é que o que falta em um encontra-se n'outro, assim desse jeito mesmo. Todos são filhos de Maria. Eis aí a explicação que lhes une.


As pessoas que já viram os Filhos de Maria e Madalena ao vivo pensam que tudo parece uma brincadeira. Na verdade é tudo muito sério. Por quê um toca o contra-baixo numa hora e de repente é o outro quem toca? Perguntam. Bem, os Filhos de Maria e Madalena já é uma troca por excelência. Dieguito é Lóke, Chello o professor, Brunêra é o paiêro, Gabiras é o lado esquerdo do cérebro, Fernandêra cinquistrêla é frito, e Adersêra é simplismente nosso ídolo.


Dieguito disse uma vez que, para ele, os Filhos de Maria e Madalena são uma coisa que ele não abre mão. Correto, penso que é igual pra todos. Nenhum de nós quer deixar de sentir emoção quando escutamos e tocamos no show a ''Farinha do Desejo'', que é de Wald e Redson, por exemplo. Nenhum quer deixar de tocar "Pretérito Imperfeito", que é uma música belíssima de Adersêra vinteestrêla. E o "Frito"? Todos gostamos. E a "Próxima Esquina", de Dieguito? Alguém quer deixar de tocar e ouvir? Acho que não. São por esses e outros infinitos motivos que não queremos que os "Filhos de Maria e Madalena" deixem de existir.


Tudo começa num compromisso de abrir o show do lendário Chucrobillyman. Era necessário fazer um som bacana e que agradasse e que entrasse no script da festa. Fomos ensaiar. O que tinha de pronto era só o que Dieguito e Fernandêra Cinquistrêla tinham ensaiado para o 'Festival Goiânia Canto de Ouro', que foi um sucesso, diga-se de passagem. Gabiras chega com seu set de percursão, Chello com seu baixo, Brunêra com o cajon, e daí por diante. Ensaiamos durante horas a fio, sem parar. A apresentação foi um sucesso e isso estimulou todos a se importarem mais com o que diz respeito à estrutura do grupo no aspecto instrumental e também às composições, o que cabia e o que não cabia e etc. Daí vieram outros ensaios e o nosso irmão Adersêra se juntou a nós, porque só faltava ele. A presença desse nosso irmão deu ainda mais equilíbrio ao group.


Os "Filhos de Maria e Madalena" continuam seguindo seu caminho, que não obstante é diferente d'outros caminhos mais habituais. A agenda do grupo, da banda, vem sendo marcada com freqüência ligeira, dando assim muito trabalho. As músicas do primeiro repertório sofreram roupagens novas, isso quer dizer arranjos novos etc. É, porque existe uma preocupação bastante viva nesse sentido no modo de trabalhar desse grupo, dessa banda. E o que está vindo por aí são músicas novas e muito lindas, cheias de cores diversas. Nesse novo repertório que será trabalhado, também traremos canções de nosso amigo Gabiras e também de nosso amigo Brunêra. A esperança que temos, é que cada vez mais façamos canções que sejam capazes de moverem, de mudarem posições irredutíveis, conceitos criados por uma meia-dúzia de cabeças, mostrar pro mundo inteiro que a dicotomia existe e que ninguém é normal. Essa dicotomia está presente na graça dos "Filhos de Maria e Madalena". Uns são filhos de Maria e outros de Madalena. O tido como certo e o tido como torto, desleal e traiçoeiro. Cada um tem um pouco disso e que ninguém se engane com o que quer que seja. Desconfie de tudo. Amém.


Serviço:

Evento: Projeto Segunda Aberta – Show com Filhos de Maria e Madalena

Data: 23 de Junho de 2008

Local: Teatro do Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro (Rua 3, esq. c/ Rua 9, Setor Central)

Horário: 21h

Entrada: R$ 5,00 preço único

Telefone para informações: 3524-2540/2542 (Carlos Brandão, Marci ou Carol)

Telefone do artista da semana: 9615-6508 (Diego de Moraes)


www.goianiaouro.com.br

Festival de Rock em Aparecida de Goiânia

Recebi um email do meu amigo Thiago Oliveira informando:



"Caros Colegas,
Alguns amigos meus, organizaram esse evento no colégio Colina Azul em Ap de Goiânia, e peço vossa ajuda na divulgação, pois o único interesse do evento é divulgar a música das bandas e os skatistas de Paris. Abraço Thiago"


Em anexo veio o flyer de divulgação:


quarta-feira, 11 de junho de 2008

Fernando Simplista e Diego de Moraes na Oficina Cultural Geppetto



Vi aqui:

http://www2.oquerola.com.br/lerAgendaPopup.php?id=8046


Comunidade no orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=184454


Pizzada dos Namorados

Data: 13/06/2008 - Sexta-Feira
Local: Oficina Cultural Geppetto

Atrações:
• Fernando Simplista
• Diego de Moraes

Horário do Serviço: 20h.

Apresentação: 22h.

Contribuição:
Adultos - R$ 20,00
Crianças - R$ 10,00 (até 12 anos)
* inclui - pizza, suco, refrigerante e a apresentação.

Informações: (62) 3241-8447

Endereço: Rua 1013 Qd.39 Lt.11 N°467 Setor Pedro Ludovico, Goiânia-Goiás

Figuras que encontramos pelas ruas

Pensando sobre essas Figuras que encontramos pelas ruas... me lembro do Divino Conceição.
NO fim do ano passado a Mariana, então namorada do Chelo, levou lá na residas um dvd meio absurdo, lem lógica, sem nexo, de um tal de Divino Conceição. A trilha sonora era bizarra não tinha nada a ver o que era tocado no violão, com o que era cantado e com a imagem- não tinha sincronia.
O Ahmad (do Espaço Cubo- Cuiabá) estava lá em casa e disse: "Isso é o Cúmulo da Pretensão!!! E o cara intula isso aí de Cinemanovíssimo...."


Depois de um tempo encontrei um cara na rua, enquanto caminhava com o Fernando (Simplista), e começamos a conversar (o Fernando já o conhecia). O cara é o Divino Conceição- um senhor comunicativo, que defende sua obra e vê sentido naquilo tudo.

Em outra ocasião, caminhando com minha amiga Carulina, o encontrei novamente. E lá foram mais alguns minutos de prosa. Nessa segunda vez ele me entregou um pequeno flyer, que divulga sua criação, com essas informações:
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"COMUNICAÇÃO AUDIO VISUAL
APRESENTA: CINEMANOVÍSSIMO

Oficinas de cinema, roteiro, direção, câmera
Cênica: Ator/atriz
Oficinas de música: violão e canto
Literatura: Como dar Sentido Literário
A Vanguarda Pró-Cinema Independente

*Inscrições abertas por tempo indeterminado

Diretor: Divino Conceição
Fone: 96471945
Serviços Profissionais: Filmagens em película
Super 8mm, 16 mm, 35 mm e gravações em vídeo
###################################################################



Me lembro que no dvd que a Mariana trouxe: a capa era feita por ele mesmo e no encarte tinha uma xerox de um texto da seção de cartas do Jornal Opção, escrito pelo próprio Divino, que pode ser lida no site do jornal:


http://www.jornalopcao.com.br/index.asp?secao=Cartas&subsecao=Colunas&idjornal=230


Cinema novíssimo


Observando, pesquisando e refletindo sobre o cinema, entendemos que, de todos os filmes produzidos no mundo inteiro pela indústria cinematográfica dominante, embasados no realismo–naturalismo visual, a maior parte deles está vestida da ilusão de realidade e dinheiro. Os espectadores não passaram de espectadores. Engolem, com Coca-Cola e pipoca, sofá, DVD, cassete, dor, suspense, sangue a vontade, porradas e explosões tanto do cinema internacional como do nacional. Cremos que eu, espectador, passo a saber que sem mim não há cinema. Eu, espectador, não estou proibido de assistir qualquer gênero de cinema comercial, porém não sou objeto de robótica. A vanguarda convida-me a evoluir culturalmente, intelectualiza-me, me liberta dos condicionamentos impostos pela cultura dominante, ao passo que também me faz poder participar do processo da política cultural brasileira — não obstante, culturalmente não desvalorizarei o meu país, sobretudo ampliarei o meu universo revolucionário a ponto de transcender-me. Cremos que com a linguagem estética-cinematográfica do “cinemanovíssimo” conseguiremos contribuir com a evolução do cinema nacional. Ora, o cinema industrial é sempre retratista. A realidade do nosso cotidiano está precisando de ajuda, sensatez, amor... Os aúdio-visuais estão muitíssimos carregados de ilusão de realidade. Nós estamos perplexos frente à inocência dos nossos espectadores do Terceiro Mundo. Sustentamos superproduções com atores de 5 a 100 milhões. Entendemos que, quando o presidente da República, ministros e industriais dizem que o país precisa cresceu economicamente, adiantamos que é impossível se não caminharmos juntos com a questão cultural. Não tem quem nos tire da mente, irreversivelmente, que o “cinemanovíssimo” que propomos mostrar o caminho — o qual convida o expectador a pensar, analisar e fazer cinema.

A priore, convidamo-os a lançar mão da possibilidade que lhe estiver mais próxima. Qual? Ignorarmos a estrutura puramente física do “cinemão”, e navegarmos por uma prática que não exceda nossas condições, contudo valorizar a idéia, o roteiro, a câmera, a direção, a montagem, a música — O mais não terá necessidade de ser mais que simbolismo. Para tanto não precisaremos de mais do que câmeras caseiras de vídeo ou celulares com câmeras para brincarmos de fazer cinema, cumprindo muito bem a proposta revolucionária do cineasta brasileiro Glauber Rocha, quando disse ao cinema dominante que não eram só eles que podiam fazer cinema, pois, cinema pode ser muito bem uma câmera na mão e uma idéia na cabeça (isto é, os espectadores que entenderem a proposta do cinemanovíssimo não irão se intimidar, pois a questão cultural nós garantimos). Não é para assustar que convidamos os espectadores para fazerem cinema — a exemplo citamos o processo do dia-a-dia de qualquer segmento político, cultural, econômico, institucional ou privado (não fazem eles mesmos outra coisa senão convocar a sociedade, bem como a comunidade no processo da resolução de cujas problemáticas?). Nós também, com todos os direitos, estamos convocando a comunidade brasileira para essa tarefa, que não é somente direito da indústria nacional ou internacional. Já passou da hora de tomarmos essa atitude — os filmes atuais estão muitíssimos gratuitos, sanguinolentos, pretenciosos, fantasiados, inpiedosos, ilusórios etc...

DIVINO CONCEIÇÃO




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Como diz minha vó:
"Cada doido com a sua mania..."

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Coletânea da Revista O Grito!


Última boa informação que recebi por email:


"


Coletânea da Revista O Grito! traz promessas e novidades da cena independente brasileira

O Grito! lança uma coletânea virtual com novos nomes da cena independente brasileira. Disponibilizada gratuitamente no site do Recife Rock, "O Grito Ano Um" traz músicas inéditas de bandas pernambucanas como a Chambaril e Monodecks, que preparam lançamentos para o segundo semestre.

O álbum foi lançado em parceria com o selo pernambucano Bazuka Discos, do Coquetel Molotov e o Recife Rock! Discos. O tracklist contém 16 músicas, trazendo em sua seleção, os grupos Surfadélica (SP), Ruído/mm (PR), AMP (PE), Guizado (SP), Fossil (CE), a cantora paulista Tiê, o projeto solo de Zeca Viana (da Volver), o pequeno fenômeno folk paulista, Stephanie Toth e o insano Diego de Moraes, de Goiás. Todos apontados como novas promessas da cena musical independente brasileira.

01 - Chambaril - A Sério
02 - Fossil - Aurora Borealis
03 - Monodecks - A Trapezista
04 - Guizado - Vermelho
05 - Ruído/mm - Novíssima
06 - Private Dancers - Well Well Girl (Jenner Mix)
07 - Surfadélica - Freaking'Out Surfin'In
08 - Zeca Viana - Doutor Ervilha
09 - Stephanie Toth - The Size Of A Buick
10 - AMP - Ataque dos Aliens
11 - Sweet Fanny Adams - Hate Song #3
12 - Pélico - Completo(a)
13 - Tiê - Passarinho
14 - Diego de Moraes e o Sindicato - Amigo
15 - Camarones Orquestra Guitarristica - Antonho, O Grande
16 - Yanto Laitano - Eu Nao Sou Daqui
17 - (Hidden Track)

Coletânea O Grito - Ano Um (64mb)
Link para download: http://www.reciferock.com.br/?dl=18

Website: www.revistaogrito.com



Link:

http://www.revistaogrito.com/page/07/06/2008/o-grito-lanca-hoje-coletanea-virtual-com-shows-de-chambaril-e-sweet-fanny-adams/




Massa dimais isso aí!

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Um pouco do que lembro dos LABIRINTOS do sábado passado



Eduardo Kolody, Eu, Paulo Barnabé e o Hudz





Fotos: Chelo
http://www.flickr.com/fotosdochelo/





Sábado passado fomos (Hudz e Chelo (do Deads Smurfs), Rodolfo e eu- com o Helio, no volante) rumo à Brasília, pra assistir um "momento histórico-antológico"... o show do Arrigo Barnabé, com abertura da Patife Band (banda do Paulo Barnabé- irmão do Arrigo).

Resenha sobre em:
http://www1.caixa.gov.br/imprensa/imprensa_release.asp?codigo=6508522&tipo_noticia=0



O Show do Patife foi no formato: bateria, teclado e sintetizador (ou seja, algo totalmente diferente do que eu tinha assistido no Vaca Amarela do ano passado, que foi com: guitarra, baixo e bateria).

Depois da agressividade sonora do Patife, perguntei pro Helio: "Será que ele (Paulo) tem noção da subversão que ele está fazendo aqui?" e o Helio respondeu: "Ele não precisa explicar... ele faz... daí vem outro pra explicar". Enquanto um cara mais velho, com vinis, gritava no fundo: "Isso aí é Patife Band!!!"

Arrigo começa seu show de uma forma mais intimista com uma música inédita (que Paulo Braga, tecladista, me contou após o show: que deve ser lançada em um registro ao vivo gravado em Lisboa). A música é bela e começa dizendo algo assim: "Ser ou não ser o ser que te possui" e continua de uma forma dramática.

Onde eu e o Helio (do Demosonic) estávamos: assistiamos o show vendo o Arrigo de costas e virado para o piano. Deu a sensação de que tentávamos, da platéia, adentrar, ao observar e escutar, o universo do artista. Mas nem sempre escutar é ouvir, pois ouvir é uma forma de compreender. Teve muita coisa que não ficou claro, mas o mistério é instigante.

Ele tocou Esses Moços de Lupicínio Rodrigues e fez uma piada com o Pt e o Psol. Quando ele tocou essa música tive a impressão que ele falava pra nós (moços que viajamos e estávamos ali em função de suas músicas):


"Esses moços pobres moços
Ah! Se soubessem o que eu sei
Não amavam..
Não passavam aquilo que eu já passei
Por meus olhos
Por meus sonhos
Por meu sangue tudo enfim
É que eu peço a esses moços
que acreditem em mim
Se eles julgam que a um lindo futuro
Só o amor nesta vida conduz
Saibam que deixam o céu por ser escuro
E vão ao inferno
A procura de luz
Eu também tive nos meus belos dias
Essa mania que muito me custou
E só as mágoas eu trago hoje em dia
E essas rugas o amor me deixou


Segundo o Israel, que é um punk de Goiânia, que encontrei lá (e tinha me informado do show pelo orkut) a música mais recente foi a da peça Toda Nudez Será Castigada de 2005.

No repertório também tocou uma música de autoria dele chamada Lama

"Se eu quiser beber eu bebo
se eu quiser fumar eu fumo
não me interessa mais ninguém

Se o meu passado foi lama
Hoje quem me difama
Viveu na lama também

Bebendo a mesma bebida
Comendo a mesma comida
Respirando o mesmo ar

E hoje, por ciúme ou por dispeito
Acha-se com o direito de querer...
me humilhar.

Quem fostes tu?
Quem és tu?
Não és nada!

Se um dia fui errada
Tu fostes errada também

Se eu errei
Se eu pequei
Pouco importa
Se pra ti, estou morta

Pra mim morrestes também!

Foda-se! "


Foi um show sem pontos altos específicos (pois o próprio ponto alto foi o show em sua totalidade), quero dizer que não sei escolher qual foi o momento mais fantástico daquele espetáculo.

Teve uma música em que a letra diz:

"E A POESIA, NOVAMENTE, VOLTA A TER RAZÃO"

Lembro que me perdia naqueles labirintos sonoros da Clara Crocodilo. Era muito louco o som produzido pela rivalidade do piano de Arrigo contra o teclado de Paulo Braga.

O Israel me disse, pelo orkut, que:
"Na passagem de som, quando vi que faltavam equipamentos para o baixo e a guitarra bateu uma decepção mas quando começaram passar o som, foi bacana, deu pra animar de novo. E o defeito do show foi ser curto demais."

Concordo. O maior defeito do show foi ser curto demais...

Mas é assim. Os melhores shows são aqueles que deixam a sensação de "quero mais".


Terminou o show com "Tô tenso", em que diz: "Tô tenso, tô cansado, propenso ao suicídio", que é uma parceria de Arrigo, Paulo e Itamar Assunção.

Com a explosão dessa última música: sai do teatro conversando com o Helio sobre aquela situação.

Era um ambiente formal com uma música informal, um público "social" (os senhores e senhoras que ali estavam mais pareciam preparados pra ir num baile de formatura) e uma música com tendências anti-sociais. O Hudz disse que sentia que nós éramos os mais novos e sujos que estavam ali.
Foi, no mínimo, inusitado e paradoxal tal situação.

Sai com a sensação de que valeu a viagem, pois presenciei um momento singular, que permanecerá vivo por muito tempo na memória de quem assistiu.


Na saída comprei o cd ao vivo do Patife gravado no Demosul em 2003 e o cd do Arrigo, que é uma missa em memória do Itamar Assumpção.
Falei com o Arrigo, que achei incrível o cd "Gigante Negão", que não conhecia e o encontrei há alguns meses em um sebo em Goiânia.
Pedi autógrafo nos cds e tirei foto. Não tenho esse costume, mas não controlei meu lado "tiete" (heheh), pois estava diante 2 ídolos, que pensei que nunca poderia vê-los tocando juntos. Precisava registrar aquele instante emocionante.

É como o Chelo disse: "a música do Arrigo não é punk, mas o espírito dele é".

Depois conversamos (eu, Chelo, Hudz e Eduardo, do Sindicato, que mora lá em Brasília) um pouco com o Paulo Barnabé.
Ele disse que não é baterista, mas estuda um pouco pra não passar vergonha.
No carro, voltando pra Goiânia, o Hudz comentou isso: "Quando se fala que o cara é 'maldito' cria-se o esteriótipo do cara despreocupado e improvisador... não pensam que o cara estuda e que é tudo matemática ali".

O triste é saber que não foi gravado e nem filmado. O segurança proibiu o Chelo de fotografar, ou seja, de registrar e documentar aquele momento especial.

Mas, o Chelo que é subversivo (aluno do Patife Band): conseguiu ainda tirar algumas fotos...



Tomara que eu possa assisti-los novamente.


Eu e Arrigo


Esse ano já vi o Júpiter Maçã (quando tivemos o privilégio de abrir o show dele) e Tom Zé (na Virada Cultural). Agora falta ver:
Jards Macalé, Walter Franco, Luiz Tatit e mais alguns outros birutas racionais aí.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Arrigo Barnabé e Patife Band em Brasília


Saca só:

Show:

Arrigo Barnabé com Clara Crocodilo - suíte para 4 mãos - dia 31 , Sábado às 21h e domingo, 20h Entrada: R$ 20,00
Classificação etária: não recomendado para menores de 14 anos.

Arrigo Barnabé está de volta à Caixa Cultural e apresenta, ao lado do pianista Paulo Braga, o show “Clara Crocodilo - suíte para 4 mãos”. A abertura dos shows fica a cargo da Patife Band, liderada por Paulo Barnabé.

Caixa Cultural Brasília - Centro de Cultura SBS, Quadra 4 , Lote 3, 4 Setor Bancário Sul

Fone: (061) 3206-9450 / 3206-9448 / 3206-9449


Ouvir em:

http://www.myspace.com/arrigobarnabe


http://www.myspace.com/patifeband



Tomara que eu consiga ir!

quinta-feira, 29 de maio de 2008

no jornal Tribuna do Brasil


Matéria que saiu no jornal Tribuna do Brasil:



http://www.tribunadobrasil.com.br/?ntc=65045&ned=2330


Um sujeito tão normal
Autor: Henrique Bolgue




Os novos rumos da revelação goiana Diego de Moraes e o Sindicato



Os últimos meses foram cheios para Diego de Moraes. Ganhou concursos como o TacabocanoCD, que lhe rendeu a gravação do EP Reticências... e gravou 12 horas nos estúdios da Trama depois de ganhar o concurso da Capricho. Apareceu em revistas especializadas como a Rolling Stone e tocou recentemente na Virada Cultural paulistana, um evento que reuniu alguns de seus ídolos como Egberto Gismoti, Naná Vasconcelos e Os mutantes. Neste sábado, Diego de Moraes e o Sindicato é uma das bandas que fecham o dia no festival Bananada, em Goiânia.
Depois de aparecerem na Rolling Stone chegaram a propor uma mudança para São Paulo, mas Diego acha que ainda não é a hora e continua vivendo em Senador Canedo, cidade há 18km de Goiânia. Ali ele vive a "rotina de fritura" de um jovem normal. Com 22 anos está fazendo mestrado em história na Universidade Federal de Goiânia e se vê às voltas com a leitura de filósofos como Álvaro Vieira Pinto e o marxista heterodoxo João Bernardo.
Foi lá em Senador Canedo que Diego começou a se envolver com a música. Foi baterista de bandas punk e nas horas vagas dedilhava o violão enquanto escrevia poemas e histórias que viriam a ser grande parte das músicas do EP, que escreveu com 18 anos. Na época ele era fã de Beatles e Nirvana. Agora, depois de ser comparado a nomes como Arrigo Barnabé e Tom Zé começou a descobrir outros nomes da MPB. Walter Franco é um deles, uma espécie de ídolo inconsciente. "Soube depois, que (Walter Franco) foi influência pro Arnaldo Antunes - e eu já era apaixonado pela parte da obra dos Titãs, que conta com a poesia concreta do Arnaldo", conta.
Nada mais normal numa época de excesso de informação; ele mesmo já escreveu algo sobre esse caos na letra de Amigo: "Amigo, eu sempre tento ser um pouco diferente, mas eu me sinto tão igual." Diego, que já tem "uns cinco discos dentro da cabeça", foi tanto vítima quanto agente da internet. Sofreu com comentários maldosos quando apareceu na cena goiana, só com sua voz e violão. Mas também se beneficiou da disseminação de suas músicas, e cita o Vangart como exemplo de banda que sentiu o mesmo. Mesmo assim não deixa de lembrar o papel dos shows. "A internet divulga, mas o show convence mais", explica.
Para os novos trabalhos Diego quer aproveitar o amadurecimento que teve em conseqüência das andanças pelo Brasil. Mais do que as conversas com outros músicos e os novos horizontes que foram abertos, ele entrou em conflito com seu próprio modo de fazer música. Ele diz ser um desafio resumir sua explosão interior. "Tem muita música antiga que mais parece uma dissertação musicada, já as novas tem um cuidado maior não só com o conteúdo, mas também com a forma", explica.
A forma das músicas também é pensada nas experiências que faz com o Sindicato. Muitos dos rótulos que a banda recebe vêm da mistura que esses trabalhadores fazem lá atrás; recursos tecnológicos que Diego não tem acesso no seu "laboratório" privado. O sindicato é formado por Aderson Maia que cuida do contrabaixo, do teclado e do sintetizador; Gabriel Cruz na percussão, Eduardo Kolody nas guitarras, violão e viola, Danilo Teles na guitarra e contrabaixo e Rogério Pafa na bateria. Diego conheceu os componentes por uma amiga em comum da banda Demosonic e desde então vêm criando juntos, "Apresento uma composição que pari no meu quarto e vamos trabalhar os arranjos em conjunto, ou seja, criar em cima de uma criação", explica Diego.
O som indefinível da banda teve uma explicação dada pelo percussionista da banda, Gabriel. "Uma vez ele disse, entre nós, que o que a gente faz é algo como se o Geraldo Vandré aceitasse tocar com os Mutantes". Mesmo remetendo à época em que diversas utopias foram apresentadas, Diego não tem nada de utópico, como ele mesmo já disse. Sua música é mais voltada a temas universais, juvenis ou não. Quando perguntado sobre pelo que faz a música que faz ele diz: Faço pra continuar vivo e pra me sentir vivo. Por terapia, pra agüentar essa angústia que é viver nesse mundo caótico. Prefiro gastar dinheiro com corda pro violão do que com um psiquiatra", desabafa.
Diego é fruto de uma época em que se percebe a falência de projetos e visões políticas que levam mais à discórdia do que ao consenso. Ele vê uma saída para sua angústia: os sonhos. "Não existem grandes utopias, mas existem pequenos sonhos que alimentam minha vontade de mudança e a minha força de viver. Meu avô dizia: "O homem nasce, cresce, pára de sonhar e morre". Acho que ele morre ao parar de sonhar (e existem muitos moribundos caminhando aí pelas ruas..., não?)", finaliza.



Fonte : Tribuna do Brasil
Data : 23 de maio de 2008

terça-feira, 27 de maio de 2008

Com o pé no chão



Fotografia: Por Renato Reis



Sobre o Segundo Dia do Bananada saiu uma resenha no portal fora do eixo:
http://www.foradoeixo.org.br/noticia.php?id=221
que diz:

"Diego de Moraes (GO)
por Ney Hugo



Diego e Moraes não para de ascender, desde quando foi vencedor do Festival Tacabocanocd, em 2006. Depois disso, vieram apresentações no Goiania Noise, shows em Cuiabá e o histórico show da Virada Cultural Paulistana (cobertura disponivel aqui no Portal na sessão "mais notícias"). O show do Bananada 2008 foi como o esperado. Lotado, publico e banda em transe (Diego chegou a estar com a boca sangrando, devido a uma pancada involuntária) e musica de alta qualidade (o sindicatto inclui membros da Orquestra Abstrata / Seven, uma das boas bandas instrumentais do cenário independente). Certamente Diego será um dos representantes da região centro oeste ("cuiabano de Goiás", como o mesmo gosta de dizer) em vários próximos festivais do circuito."




E saiu outra resenha no:

http://www.dosol.com.br/2008/05/26/como-foi-bananada-segundo-dia/


que, sobre nós, comenta:


"Diego de Moraes e o Sindicato ganharam a platéia com músicas que tem um pé no rock, um no folk e um no brega. Três pés? Se o próprio Diego assume que faz música para gente esquisita e não para roda de violão ou para tocar no elevador, por que não? No meio do show, Diego foi deixado sozinho no palco para executar uma música só com voz e violão, acompanhado de um convidado, que cantava apenas um “û-tererê, û-tererê” no refrão. Depois os integrantes do Sindicato vieram do meio do público tocando instrumentos de percussão, e assim começava “Amigo”. No final, Diego se atirou no público, voltou ao palco, subiu no bumbo da bateria. Estava visivelmente mais do que satisfeito com o show que acabara de fazer. E o público estava mais de satisfeito com o que acabara de assistir."



Achei maravilhosa a definição: "um pé no rock, um no folk e um no brega". Bão que não tá com um pé num lugar só, mas vai em várias direções.

Mas, o que eu quero mesmo é:


manter o pé no chão...

José Teles e Fernando Simplista


Até o fim da semana escrevo, com calma, o que foi pra mim a experiência de tocar no Bananada esse ano...


Por enquanto, vai aí a divulgação dos meus brothers José Teles e Fernando Simplista, hoje no Chop 10 (projeto Terça Maior).

Pocket Show de José Teles e Fernando Simplista apresentando canções próprias. Contando com a participação especial de Dênio de Paula.

Chopp 10. Dia 27. às 21 hs.





Música de qualidade e com emoção!

quarta-feira, 21 de maio de 2008

FESTA PRÉ-BANANADA NO REPÚBLICA



Olhaí...
pra quem estiver em Goiânia no feriado de bobeira:



FESTA PRÉ-BANANADA NO REPÚBLICA
Dia 22 de maio , quinta-feira , vai rolar no REPÚBLICA a pré-festa do BANANADA .
Serão tres bandas de fora SURPRESA , teremos na nossa mini-boate , revezando com os tres shows , discotecagem de djs que vão aquecer mais ainda a festa .
Mas atenção , serão disponibilizados apenas 80 ingressos ao preço de 10 reais e comprando o ingresso antecipado ganha uma cerva de brinde pra começar a brincadeira . Serão só 80 ingressos pois o local é pequeno , entao compre o seu antecipadamente .
Os ingressos estarão disponíveis a partir de sábado , dia 17 de maio ,no REPÚBLICA que fica na Alameda Botafogo 428 Centro , fone 32133216
Colocaremos mais informações e o flyer em breve .
Os dez primeiros que comprarem , a partir de agora , o passaporte pro BANANADA na loja da Monstro (32815358) ganha a entrada pra PRÉ-FESTA na faixa . Moleza hein !

terça-feira, 20 de maio de 2008

domingo, 18 de maio de 2008

Evaldo Braga







Domingo passado: dia das mães.
No dia: não dei nenhum presente pra minha mãe, pois quebrado (pra variar...) e só receberia uns trocados na segunda.
Na terça fui num sebo (Opção Cultural, na Goiás, em Goiânia) e comecei a papear com o Daia, meu brother lá, sobre o livro "Eu Não sou cachorro não" , sobre música popular cafona e ditadura militar no Brasil. Falei que fazia um tempo que um livro não me "pegava" assim, pois sou muito inquieto e leio vários ao mesmo tempo, que esse li 300 páginas em 2 dias, que o livro é impressionante e etc. e tal. (Depois quero escrever algo sobre esse livro)
Daí ele foi e me mostrou um cd duplo do Evaldo Braga (Estava em dúvida entre: Elviz Costelo, Nelson Ned, Evaldo Braga ou Frank Zappa). Comprei o Evaldo, pra conhecê-lo. Na quarta de manhã, quando coloquei o cd, que começa com a música "Sorria!", minha mãe começou a chorar, pois disse que foi uma das músicas que marcou sua vida e que era muito fã do Evaldo Braga e tal. Fiquei impressionado, pois ela não tinha visto a capa do cd, lembrava o nome de memória. Dei o cd de presente e minha mãe disse que foi o melhor presente que eu poderia ter dado pra ela.

No youtube tem um documentário sobre ele "Evaldo Braga - O Ídolo Negro":

http://br.youtube.com/watch?v=sv3Ie778Djk

Na wikipedia vem o seguinte texto sobre a vida trágica do cantor:

"Evaldo Braga não teve pais conhecidos, tendo sido criado num orfanato fluminense, juntamente com o ex-jogador de futebol Dadá Maravilha. Sua mãe, uma prostituta da cidade de Campos, o abandonou numa lata de lixo. Foi nela que se inspirou para compor seu maior sucesso, "Eu Não Sou Lixo". Boêmio, alcoólico, morreu num acidente automobilístico na BR-03 (Rio-Bahia), após tentativa de ultrapassagem forçada segundo populares. Importante ressaltar que no momento do acidente Evaldo Braga não dirigia o carro, e sim seu motorista. Seu túmulo é um dos mais visitados pelos fãs no feriado de Finados no Cemitério do Caju, Rio de Janeiro.

Trabalhou por muito tempo como engraxate, nas portas de rádios e gravadoras. Foi com o emprego que conheceu diversos artistas, tal como Nilton César, que ofereceu a primeira chance de emprego no meio artístico, como seu divulgador. Foi como divulgador que conheceu Edson Wander e apareceu pela primeira vez no ramo musical, compondo "Areia no meu Caminho" juntamente com Reginaldo José Ulisses. A música foi gravada pelo cantor Edson Wander em seu primeiro disco, "Canto ao Canto de Edson Wander", no ano de 1968, e estourou nas paradas brasileiras, chegando a superar artistas do porte de Roberto Carlos. Com isso conheceu o produtor e compositor Osmar Navarro, que o convidou para gravar um disco na gravadora Polydor. Posteriormente teve músicas gravadas por Paulo Sérgio, um dos artistas que muito o ajudou no mercado musical.

Na música celebrizou-se no ano de 1969, no estilo "dor-de-cotovelo", em parcerias com compositores como Carmem Lúcia, Pantera, Isaías Souza e outros. Apresentava-se com freqüência no programa a Discoteca do Chacrinha. Seus maiores sucessos foram "Eu Não Sou Lixo", "Nunca Mais", "A Cruz que Carrego", "Mentira", "Sorria, Sorria", entre outros."



Emocionante...

Fiquei fã!

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Myspace do The Cretinos!!!!!!!!!!!!

Até que enfim o The Cretinos, banda de Senador Canedo, fez um myspace:
Escuta lá:

http://www.myspace.com/thecretinos

A nova música (Memórias) é linda!!!!! A escutei no último domingo (11/05) e foi emocionante!

The Cretinos é um exemplo de trabalho autoral em Senador Canedo e de qualidade!

Participei da primeira formação dessa banda, tocando bateria. E fico contente que fui "substituido" por alguem melhor que eu na batera...
minha maninha , Fernanda.. hehehehe


Parabéns aí, Erick Cretino pelas composições e à toda a banda!!!

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Filhos de Maria na Semana Magnifica Mundi da Comunicação


http://www.facomb.ufg.br/magnifica


Semana Magnifica Mundi da Comunicação

Com o tema "Comunicação, democracia e novas tecnologias", o evento irá discutir os 200 anos de história da imprensa no Brasil e comemorar os 40 anos do curso de Jornalismo da UFG.


A Faculdade de Comunicação e Biblioteconomia (Facomb) da Universidade Federal de Goiás (UFG) receberá, entre os dias 12 e 16 de maio, atividades acadêmicas e culturais em comemoração aos 200 anos de imprensa no Brasil e 40 anos do curso de Jornalismo da UFG. A programação terá mesas-redondas com participação de professores da UFG e de outras instituições como Universidade de Campinas (Unicamp), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal da Bahia (UFBA), além de profissionais do mercado goiano.

A conferência de abertura será proferida pelo professor Sérgio Mattos, da UFBA, e tratará das perspectivas históricas dos 200 anos de implantação da imprensa no Brasil e dos novos cenários. Em toda a programação, serão tratados temas como Jornalismo Ambiental, Jornalismo Literário, Novas Tecnologias e Democratização da Comunicação. Haverá, ainda, mostra de filmes, apresentações culturais, oficinas, minicursos, debates e uma festa de encerramento.


Programação:

Segunda-feira (12/05)

8h-8h30: Abertura Solene
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras

8h30-9h: Café da manhã
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras

9h-11h30: Conferência de Abertura – 200 anos de implantação da imprensa no Brasil: Perspectivas Históricas e novos cenários.
Conferencista: Prof. Dr. Sérgio Mattos (UFBA)
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras

11h30-12h: Apresentação Cultural
Local: Palco Livraria UFG

12h-14h: Intervalo

14h-17h: Oficinas e mini-cursos
Local: FACOMB
Mostra de filmes UEG
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras
Mostra Perro Loco
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras

Terça-feira (13/05)

8h-8h40: Apresentação do Portal de Notícias da FACOMB pela professora Angelita Lima.

8h40-11h30: Mesa redonda – Jornalismo Literário
Debatedores: Prof. Dr. Felipe Pena (UFF)
Prof. Dr. Goiamérico Felício (FACOMB-UFG)
Prof. Msc. Angelita Lima (FACOMB-UFG)
Jornalista Rodrigo Alves (Jornal O Popular)
Mediadora: Ana Lúcia Nunes (Acadêmica do curso de Jornalismo – UFG)
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras

11h30-12h: Apresentação Cultural
Local: Palco Livraria UFG

12h-14h: Intervalo

14h-17h: Oficinas e mini-cursos
Local: FACOMB
Mostra de filmes UEG
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras
Mostra Perro Loco
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras

Quarta-feira (14/05)

8h-11h30: Mesa redonda – As novas tecnologias e a democratização da informação
Debatedores: Henrique Parra (Pesquisador UNICAMP)
Prof. Nilton José dos Reis Rocha (FACOMB – UFG)
Prof.ª Dr.ª Suely Aquino (FACOMB – UFG)
Prof.ª Dr..ª Patrícia Saldanha (Universidade Estácio de Sá / UFRJ - LECC)
Virgílio Alencar (Pontão de Cultura República do Cerrado)
Renato Cirino (Magnífica Mundi)
Mediadora: Katiéllen Bonfanti (Acadêmica do curso de Jornalismo – UFG)
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras

11h30-12h: Apresentação Cultural
Local: Palco Livraria UFG

12h-14h: Intervalo

14-17h: Discussão Publicidade Comunitária com a Prof.ª Dr.ª Patrícia Saldanha (Universidade Estácio de Sá / UFRJ - LECC)

14h-17h: Oficinas e mini-cursos
Local: FACOMB
Mostra de filmes UEG
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras
Mostra Perro Loco
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras

Quinta-feira (15/05)

8h-11h30: Mesa redonda – História da Imprensa em Goiás
Debatedores: Prof.ª Msc. Rosana Borges (FACOMB – UFG)
Jornalista Luiz Spada (Jornal O Popular)
Jornalista Reinaldo Rocha (Televisão Brasil Central)
Jornalista Roberto Nunes (Rádio Universitária – UFG)
Mediadora: Prof.ª Dr.ª Ana Carolina Rocha Temer (FACOMB – UFG)
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras

11h30-12h: Apresentação Cultural
Local: Palco Livraria UFG

12h-14h: Intervalo

14h-17h: Oficinas e mini-cursos
Local: FACOMB
Mostra de filmes UEG
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras
Mostra Perro Loco
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras

Sexta-feira (16/05)

8h-9h40: Mesa redonda – Jornalismo Ambiental
Debatedores: Jornalista Washington Novaes
Prof.ª Msc.ª Lisbeth Oliveira (FACOMB – UFG)
Mediadora: Lorena Rodrigues (Acadêmica do curso de Jornalismo - UFG)
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras

10h-11h30: Mesa redonda – Gêneros Jornalísticos e Jornalismo Político
Debatedores: Prof.ª Dr.ª Ana Carolina Rocha Temer (FACOMB – UFG)
Prof. Dr. Luiz Signates (FACOMB – UFG)
Mediadora: Maiara Dourado (Acadêmica do curso de Jornalismo – UFG)
Local: Cine UFG – Faculdade de Letras

11h30-12h: Apresentação Cultural
Local: Palco Livraria UFG

12h-14h: Intervalo

14h-17h: Oficinas e mini-cursos
Local: FACOMB


19h: Festa de Encerramento em conjunto com festa da Biologia Mara Cangalha
Shows: Filhos de Maria
Lestrade
GO-zero Matozo
Vida Seca

Discotecagem: Tell me and Sell me

Pedro
Local: DCE – UFG

Ingresso na hora R$ 7,00. Com nome na lista na comunidade da FACOMB no Orkut R$ 5,00.

*Programação Sujeita a alteração.


Oficinas e mini-cursos na FACOMB:
Trasmissão – 5 vagas
Data: 13 e 14/05 (terça-feira e quarta-feira)
Horário: 14h às 17h
Oficineiros: Ícaro Batista e Pedro Ivo Freire (FACOMB)

Animação – 20 vagas
Data: 15 e 16/05 (quinta-feira e sexta-feira)
Horário: 14h às 17h
Oficineiro: Dustan Oeven (FACOMB)
Material: massa de modelar (caixa com 12, marca Acrillex)

Fotografia Digital - 10 vagas
Data: 12, 13, 14 e 15/05 (segunda-feira a quinta-feira)
Horário: 14h às 17h
Oficineira: Maria Cardoso (UEG)
Material: máquinas digitais compactas ou não

Produção Audiovisual em mídias portáteis – 20 vagas
Data: 13, 14 e 15/05 (terça-feira a quinta-feira)
Horário: 14h às 17h
Oficineiros: Erasmo Alcântara e Joelma Paes (Fractal Filmes)
Material: Celulares com câmera

Estilo e Gravura – 10 vagas
Data: 13 e 15/05 (terça-feira e quinta-feira)
Horário: 14h às 17h
Oficineira: Alice Nascimento (FAV - UFG)
Material: 3 borrachas escolares retangulares comuns ou bandejas de isopor; folhas de papel para desenho artístico (canson e cartolina); 1 ou mais tintas a escolher (tinta para carimbo, nanquim, xadrez, pincel atômico, guache ou acrílica); pincel ou rolo para pintura; 1 estilete.

Cultura, Hegemonias e Mobilização Popular – 20 vagas
Data: 12/05 (segunda-feira)
Horário: 14h às 18h
Oficineira: Riva Kran (FACOMB)

Técnica de rádio – 15 vagas
Data: 13 e 15/05 (terça-feira e quinta-feira)
Horário: 14h às 17h
Oficineiro: Centro de Mídia Independente – CMI

Roteiro – 20 vagas
Data: 13/05 (terça-feira)
Horário: 14h às 17h

Ministrante: Tatiana Carilly (FACOMB)
Produção Audiovisual – 20 vagas
Data: 13/05 e 15/05 (terça-feira e quinta-feira)
Horário: 14h às 17h
Oficineiras: Lorena Soares e Gabriela Marques (FACOMB)

Informações: Gabriela Marques – (62) 9907-0057
Maiara Dourado – (62) 9135-0397